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Porto Alegre, quinta-feira, 26 de julho de 2018.
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Automobilismo

Edição impressa de 26/07/2018. Alterada em 26/07 às 01h00min

Fernando Alonso e Jean Todt lamentam morte do empresário Sergio Marchionne

Executivo de 66 anos se destacou na reestruturação do Grupo Fiat-Chrysler

Executivo de 66 anos se destacou na reestruturação do Grupo Fiat-Chrysler


/ALBERTO PIZZOLI/AFP/JC
Morreu ontem o empresário ítalo-canadense Sergio Marchionne, que esteve à frente do grupo Fiat-Chrysler (FCA) por 14 anos. O executivo, que tinha 66 anos, havia se afastado da presidência da Ferrari no sábado, quando a montadora italiana comunicou o desligamento dele por complicações de saúde decorrentes de uma cirurgia no ombro direito.
O falecimento de Marchionne teve repercussão imediata no mundo da Fórmula 1. "Foi um grande líder não só para a Fórmula 1 e para o setor de automóveis, mas para o mundo dos negócios também", afirmou o CEO da categoria, Chase Carey. "Ele comandou com grande paixão, energia e perspicácia, inspirando quem estava ao redor. Suas contribuições à F-1 são incomensuráveis."
O piloto espanhol Fernando Alonso, da McLaren, também se manifestou em relação à morte do empresário. "Foi um grande homem e sempre prestou grande apoio. Minhas condolências à família, amigos e toda a Ferrari. Descanse em paz, Sergio. É uma grande perda para o esporte", escreveu no Twitter o ex-piloto da escuderia italiana.
O francês Jean Todt, atual presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), também lamentou a morte de Marchionne. "Ele foi um líder pouco convencional e um visionário", afirmou em comunicado. "Sergio foi um membro importante do Grupo de Estratégia da Fórmula 1 e do Painel FIA de Alto Nível para a Segurança Rodoviária. Sua morte foi uma perda considerável. Em nome de toda a comunidade da FIA, todos os meus pensamentos estão com a família dele, os amigos e companheiros do Grupo Ferrari e FCA", completou Todt.
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