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Porto Alegre, terça-feira, 03 de julho de 2018.

Jornal do Comércio

Esportes

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copa 2018

Notícia da edição impressa de 03/07/2018. Alterada em 02/07 às 22h03min

Com James como dúvida, Colômbia encara Inglaterra

James Rodríguez não tem lesão séria, mas ainda preocupa

James Rodríguez não tem lesão séria, mas ainda preocupa


FRANCISCO LEONG/AFP/JC
O sonho de levantar a Copa do Mundo surge cada vez mais palpável para colombianos e ingleses. Após a inesperada eliminação da Espanha, no domingo, o caminho para a grande final mostra-se mais amigável do que nunca, com poucas seleções de tradição pelo caminho. Mas tudo começa no confronto direto de hoje, às 15h, no estádio Spartak, em Moscou. Apenas uma das duas equipes seguirá rumo às quartas de final.
A Colômbia passou por percalços na primeira fase, sendo surpreendida pelo Japão na partida de estreia. Depois, porém, recuperou-se, vencendo com autoridade a Polônia e conquistando a vaga em uma vitória pragmática contra Senegal. A principal preocupação para o treinador José Pékerman, sem dúvida, é o craque James Rodríguez. Uma ressonância magnética não constatou lesão no jogador, apenas uma fadiga muscular, mas o meia segue sendo poupado e não tem escalação confirmada para as oitavas. Caso não possa ser utilizado, Muriel é o nome mais cotado para substituí-lo.
A Inglaterra, por sua vez, teve trajetória tranquila até aqui. Precisou suar um pouco para vencer a Tunísia no primeiro jogo, mas aplicou a maior goleada da Copa sobre o Panamá (6 a 1) e só foi derrotada no último jogo, contra a Bélgica, quando colocou um time quase todo reserva. Para o treinador Gareth Southgate, o maior dividendo positivo da primeira fase é a reconexão da torcida inglesa com a sua seleção. "Há dez meses, quando nos classificamos (para a Copa), as pessoas estavam jogando aviõezinhos de papel no gramado do (estádio) Wembley. Sinto que nós começamos a ligar o time com o público novamente", disse.
A seleção inglesa deve chegar com força máxima para a partida em Moscou, buscando avançar rumo ao título que conquistou uma única vez, em 1966. Para os colombianos, por outro lado, uma vitória significa ao menos igualar a melhor campanha em Copas até aqui, quando chegaram às quartas e foram eliminados pelo Brasil no Mundial de 2014.

Suécia e Suíça prometem duelo aguerrido em São Petersburgo

Destaque suíço, Xhaka evita falar sobre comemorações de cunho político

Destaque suíço, Xhaka evita falar sobre comemorações de cunho político


FABRICE COFFRINI /AFP/JC
A seleção da Suécia é um componente importante da maior surpresa do Mundial até aqui, ajudando a eliminar a atual campeã Alemanha ainda na primeira fase. Surpreendentes líderes do Grupo F, os escandinavos vão a campo às 11h, em São Petersburgo, para encarar a Suíça, segunda colocada no Grupo E. Não exatamente notórias pelo futebol vistoso, as duas seleções devem apostar em uma postura aguerrida e de disciplina tática para avançar às quartas de final na Rússia.
Sem contar com o centroavante Ibrahimovic, um dos principais jogadores do futebol mundial em anos recentes, a Suécia apostou na construção de um elenco sólido. Depois de 12 anos de ausência, os suecos garantiram a volta a uma Copa, e, agora, seguem vivos na luta para voltar às grandes decisões - a exemplo de 1958, quando perderam para o Brasil na final, e 1994, quando obtiveram um honroso terceiro lugar.
Já os suíços viajaram para a Rússia falando em jogar um futebol mais interessante, sem tanta ênfase na marcação. Mas, ao menos até aqui, sua campanha está marcada por outro incidente: as comemorações de cunho político de alguns jogadores na vitória de 2 a 1 sobre a Sérvia. Depois de uma multa aplicada pela Fifa, os envolvidos, como o meia Xhaka, têm se recusado a falar novamente sobre a polêmica. O país nunca foi além das quartas de final em Copas.
 
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