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Porto Alegre, quarta-feira, 27 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Esportes

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copa 2018

Notícia da edição impressa de 27/06/2018. Alterada em 26/06 às 21h41min

A um empate das oitavas de final

Técnico resolveu não fazer alterações e aposta na repetição do time para garantir a classificação

Técnico resolveu não fazer alterações e aposta na repetição do time para garantir a classificação


/LUCAS FIGUEIREDO/CBF/JC
Tite irá manter o quarteto ofensivo da seleção brasileira para o confronto contra a Sérvia, hoje, às 15h, na Arena Spartak, em Moscou. A equipe que entrará em campo será a mesma que iniciou o jogo contra a Costa Rica. A um empate das oitavas de final, se cogitava algumas mudanças na seleção brasileira, mas o técnico preferiu manter o time e dar mais uma chance para o conjunto.
Ontem, a equipe fez o treino de reconhecimento do gramado onde enfrentará os sérvios na última rodada do Grupo E. O time que buscará a segunda vitória no torneio terá Alisson, Fagner, Miranda, Thiago Silva e Marcelo; Casemiro, Paulinho e Philippe Coutinho; Willian, Neymar e Gabriel Jesus.
O treinamento foi aquele que é cronometrado pela Fifa e tem exatamente uma hora de duração. Tite comandou o trabalho fantasma, quando exercita a movimentação e o posicionamento da equipe sem um adversário do outro lado. Na sequência, os jogadores trabalharam bolas paradas ofensivas e defensivas.
Este será o segundo confronto entre Brasil e Sérvia. O primeiro jogo foi em 2014, durante a preparação para a Copa do Mundo do Brasil, e a seleção venceu por 1 a 0, com gol do atacante Fred.
Enquanto o grupo treinava em Moscou para enfrentar a Sérvia, Danilo e Douglas Costa seguiram o tratamento intensivo com a fisioterapia no centro de treinamento brasileiro no Swissotel Hotel, em Sochi. Eles trabalharam em dois turnos: o lateral Danilo voltou a campo, mas Douglas fez atividades na academia e na sala de fisioterapia.
Hoje, devido à partida do Brasil, os bancos funcionarão das 9h às 13h. As escolas da rede pública estadual não terão aula no turno da tarde.
JC
JC
JC

Mais alta da Copa, Sérvia tem bola área como ponto forte

A seleção brasileira entra em campo precisando ao menos empatar contra a Sérvia para classificar-se às oitavas de final. O problema é que o adversário é forte justamente no que a equipe de Tite apresenta mais fragilidade: a bola aérea. Até o momento, em 23 partidas com Tite no comando, o Brasil sofreu seis gols, sendo cinco na bola aérea.

A equipe europeia é também a mais alta da Copa, com média de 1,88 m de altura, dez centímetros a mais que o Brasil. O atacante Aleksandar Mitrovic, por exemplo, tem 1,89 m, mais do que todo o time titular de linha da seleção.

Na defesa, o zagueiro Thiago Silva tem 1,83 m, contra 1,86 m de Miranda. Os laterais Marcelo e Fágner apresentam 1,74 m e 1,68 m, respectivamente. De todo o time principal que começa a partida pelo Brasil nesta quarta, Mitrovic só é mais baixo que o goleiro Alisson, que tem 1,93 m.

Tite defende Neymar e diz que já chorou em jogo da seleção

Falando em terceira pessoa e sem ser perguntado, Tite contou que chorou na sua estreia no comando da seleção, contra o Equador, em setembro de 2016, fazendo referência ao choro de Neymar após a vitória contra a Costa Rica.

O treinador, que confirmou a manutenção do time para o confronto contra a Sérvia, também defendeu que foi pênalti no atacante, anulado pelo árbitro de vídeo (VAR, da silga em inglês) e avisou que não é dele a responsabilidade de tudo que acontece.

"Quero colocar para toda a nação brasileira. No primeiro jogo contra o Equador, o Tite chorou. Quando liguei para minha esposa, chorei de alegria, de satisfação, porque é nossa característica emocional. Chorei de prazer, de orgulho, de em um momento de tanta pressão fazer um grande jogo. Tenho muito cuidado em fazer associações, só estou mostrando o outro lado", disse o técnico.

Quando foi questionado sobre a forma física do camisa 10, que vem de lesão e chegou a sentir o tornozelo na Rússia, mais uma vez fez elogios e até aproveitou para mandar um recado. "O Neymar só está nesse estágio de recuperação porque é bem dotado fisicamente, fora dos padrões normais. Talvez mais um jogo ele esteja em sua plenitude. Não é dada a ele responsabilidade excessiva em cima de sucesso e insucesso. Cada um de nós tem sua responsabilidade, o conjunto resolve", completou.

Capitão, Miranda diz que Brasil não pode escolher adversário

Experiente, Miranda foi o escolhido para carregar a braçadeira

Experiente, Miranda foi o escolhido para carregar a braçadeira


LUCAS FIGUEIREDO /CBF/JC
O Brasil entrará em campo contra a Sérvia já sabendo dos resultados do Grupo F, cuja definição se dará pela manhã. É desta chave que sai o adversário da seleção nas oitavas de final - caso esta confirme sua classificação. No grupo F está a Alemanha, algoz do País no último Mundial.
Escolhido para ser capitão na partida, Miranda prometeu, entretanto, que a seleção pensará exclusivamente no confronto com os sérvios. "Primeiramente, seleção brasileira não pode escolher adversário. A gente joga para ser primeiro, vamos crescer ainda mais. Temos jogadores de alta qualidade, chegamos bem para o jogo e vamos buscar a vitória", disse.
Será a quarta vez que o atleta vai usar a braçadeira com o técnico Tite no comando. Isso o tornará quem mais vezes foi capitão sob o comando do treinador, junto com Daniel Alves.
 

Suíça joga por um empate com a Costa Rica para avançar

As atenções se voltaram nos últimos dias para Shaqiri e Xhaka, mas há outro suíço filho de imigrantes que merece atenção, hoje, diante a Costa Rica, no mesmo horário da partida entre Brasil e Sérvia. Filho de mãe chilena e pai espanhol, Ricardo Rodríguez nasceu em Zurique, onde começou a carreira. Já usou até bandeiras do Chile e da Espanha nas chuteiras em homenagem às origens. Só não jogou pelo Chile porque, segundo o próprio jogador, ninguém o chamou.

Aliás, não fosse pelo lateral-esquerdo, a Suíça poderia nem estar enfrentando os costa-riquenhos com chances de se classificar às oitavas. Na repescagem europeia contra a Irlanda do Norte, fez o gol do 1 a 0 na ida e, no jogo de volta, tirou uma bola em cima da linha aos 46 minutos do segundo tempo para garantir o 0 a 0 e a vaga. De sangue latino, o camisa 13 é essencial na equipe que, com vitória ou empate em Nijni Novgorod, assegura a classificação. Para a Costa Rica, a partida só servirá para a seleção se despedir com alguma dignidade, já que perdeu os dois primeiros jogos e não marcou nenhum gol.

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