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Porto Alegre, sexta-feira, 29 de março de 2019.

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Mercado de trabalho

Notícia da edição impressa de 29/03/2019. Alterada em 29/03 às 03h00min

Colaboradores precisam se identificar com o propósito da empresa

Otelmo Drebes, presidente da Lojas Lebes

Otelmo Drebes, presidente da Lojas Lebes


/LOJAS LEBES/DIVULGAÇÃO/JC
Giana Milani

Há uma década, se candidatar para uma vaga de emprego usando uma rede social era incomum. "Era preciso levar seu currículo às empresas ou, ainda, mandar um e-mail", recorda o diretor geral do LinkedIn para a América Latina, Milton Beck. O que parecia estranho é uma realidade em 2019. O LinkedIn, por exemplo, está presente em 200 países e conta com mais de 590 milhões de usuários, sendo 35 milhões de brasileiros.

Com 250 funcionários no Brasil, a própria rede utiliza seu serviço para recrutar o seu pessoal. "Levamos em conta, na hora de contratar, não apenas experiências anteriores ou formação, mas, principalmente, pessoas que queiram transformar o mercado de trabalho e estejam alinhadas com nossa cultura e valores", relata Beck.

A tecnologia faz da rede social mais que uma espécie de classificados global. Ela também permite interações e trocas de experiência, além de influenciar nos processos de recrutamento, que utilizam da inteligência artificial para filtrar candidatos, vídeos e testes on-line. "Vale ressaltar, porém, que apesar de uma série de mudanças tecnológicas, habilidades comportamentais e valores, que nunca dependeram da tecnologia, estão sendo vivenciados como nunca", salienta Beck. "As empresas estão olhando não mais apenas para candidatos com idiomas, cursos ou certificados, mas também para talentos que saibam, por exemplo, trabalhar em equipe e se comunicar bem", acrescenta o executivo.

Para o representante do LinkedIn, o usuário que é ativo tem a chance de alcançar um número considerável de pessoas e, com isso, criar uma comunidade em torno da sua marca profissional. "A principal recomendação para ter um perfil atrativo para um recrutador é, basicamente, preenchê-lo com o maior número de informações possível", indica. Outra sugestão de Beck é cuidar com posições radicais e levar em conta o respeito. "Apesar de ser uma rede social, o LinkedIn funciona como uma extensão de sua vida profissional e, portanto, os protocolos da vida real também são válidos na virtual", evidencia.

A proximidade entre gestores e funcionários, portanto, começa antes mesmo de o profissional ter conseguido a vaga de emprego. São tempos de transparência para ambos os lados - e isso impacta o dia a dia das organizações.

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