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Saúde

- Publicada em 20h09min, 19/07/2021. Atualizada em 10h13min, 22/07/2021.

Dois primeiros casos de variante delta no RS são de Gramado

Mais quatro casos suspeitos de delta no Rio Grande do Sul estão em análise na Fiocruz

Mais quatro casos suspeitos de delta no Rio Grande do Sul estão em análise na Fiocruz


DOUGLAS MAGNO/AFP/JC
O Rio Grande do Sul já tem dois casos da variante do novo coronavírus que vem gerando alerta mundial. Após exames, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, confirmou nesta segunda-feira (19) dois registros da variante delta, tecnicamente chamada de B.1.1.617.2, que teve origem na Índia. Os casos são de residentes em Gramado, um dos maiores polos de turismo do Brasil.
O Rio Grande do Sul já tem dois casos da variante do novo coronavírus que vem gerando alerta mundial. Após exames, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, confirmou nesta segunda-feira (19) dois registros da variante delta, tecnicamente chamada de B.1.1.617.2, que teve origem na Índia. Os casos são de residentes em Gramado, um dos maiores polos de turismo do Brasil.
As infecções foram detectadas em dois residentes de Gramado, sem histórico de viagem para outro país ou estado, diz nota da Secretaria Estadual da Saúde (SES). As amostras foram enviadas ao laboratório carioca no dia 12 e fazem parte de uma mesma cadeia de transmissão (contactantes).
Além dos dois confirmados, mais quatro casos suspeitos de delta estão em análise na Fiocruz. São de moradores de Sapucaia do Sul, um de Esteio e um de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA).
A SES espera ter os resultados durante esta semana. Uma amostra de um paciente de Santana do Livramento enviada para o sequenciamento completo foi descartada para a variante.
A maior característica da delta, já comprovada cientificamente, é a maior transmissibilidade, alerta a secretaria. "Essa linhagem também apresenta uma diminuição da eficácia dos anticorpos produzidos pelas vacinas, sendo que apenas uma dose (nos esquemas que preveem duas) pode ser pouco efetiva contra essa variação", diz a pasta em nota.
Para barrar riscos de avanço da variante no Estado, o intervalo entre as doses das vaconas da Pfizer e da AstraZeneca/Oxford reduziu de 12 para 10 semanas. A intenção é compleyar o quanto antes o esquema de proteção do imunizante. 
"Ainda não há evidências de que a delta provoque uma doença mais ou menos agressiva em relação às outras linhagens", explicou a pasta.
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