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SAÚDE

- Publicada em 15h26min, 28/05/2021.

Professores e servidores da educação começarão a se vacinados em junho no RS

Dos 217 mil trabalhadores da educação, cerca de 20 mil já foram imunizados em seus municípios

Dos 217 mil trabalhadores da educação, cerca de 20 mil já foram imunizados em seus municípios


GIULIAN SERAFIM/PMPA/JC
Os professores e demais trabalhadores gaúchos da educação começarão a ser vacinados contra a Covid-19 nas primeiras semanas de junho, assim que chegar nova remessa de imunizantes ao Estado. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite no início da tarde desta sexta-feira (28), horas depois de a prefeitura de Porto Alegre ter divulgado que iniciará na terça-feira (1) a vacinação dos educadores da rede municipal de ensino.
Os professores e demais trabalhadores gaúchos da educação começarão a ser vacinados contra a Covid-19 nas primeiras semanas de junho, assim que chegar nova remessa de imunizantes ao Estado. O anúncio foi feito pelo governador Eduardo Leite no início da tarde desta sexta-feira (28), horas depois de a prefeitura de Porto Alegre ter divulgado que iniciará na terça-feira (1) a vacinação dos educadores da rede municipal de ensino.
A decisão do Executivo gaúcho veio após o Ministério da Saúde (MS) ter expedido nota técnica com orientações sobre a continuidade da vacinação. Leite destacou que o Estado já vinha buscando a liberação das vacinas junto ao governo federal e até por meio de medida judicial, com objetivo de incluir os profissionais da educação na lista prioritária do cronograma de imunização. A previsão é de começar o processo de imunização nas primeiras semanas de junho.
“Queremos escolas abertas, funcionando, com protocolos e todos os cuidados necessários, para cuidar das crianças enquanto os pais estão trabalhando, para dar a essas crianças e jovens os estímulos fundamentais para que se desenvolvam em seu pleno potencial. E queremos fazer isso com cuidado com as crianças, com cuidado de professores e trabalhadores da educação, que são patrimônio importante para nosso Estado”, afirmou o governador.
Segundo o Palácio Piratini, há cerca de 217 mil pessoas a serem vacinadas na área da educação, das quais, segundo levantamento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), aproximadamente 20 mil já foram imunizadas por iniciativa dos municípios. “O Rio Grande do Sul é sempre um dos Estados que mais vacina no Brasil. Temos ficado sempre no topo do ranking, às vezes oscilando posições, mas nunca deixou de estar entre os três Estados que mais vacinam, tanto na primeira quanto na segunda dose. Nosso compromisso é, o mais rápido possível, ter os trabalhadores da educação imunizados, acreditamos que já nas primeiras semanas de junho, para que possamos ter a tranquilidade e o ensino funcionando para todos aqui no Rio Grande”, projetou o governador.
Entre os trabalhadores do ensino que ainda estão aguardando pela vacina, serão priorizados os profissionais de creches e pré-escolas, de forma concomitante com os outros grupos prioritários da lista, ou seja, pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas com comorbidades, deficientes, pessoas em situação de rua e população privada de liberdade.
O MS informa que "serão enviados percentuais do total de doses para o seguimento do ordenamento dos grupos pré-definidos e em paralelo serão enviados quantitativos para o início da vacinação dos trabalhadores da educação". Segundo a nota técnica, após a finalização dos grupos de comorbidades, pessoas em situação de rua, funcionários e pessoas do sistema penal e trabalhadores de educação, a lista de prioridades deve continuar sendo seguida, com o acréscimo, de forma concomitante, da vacinação por idade da população em geral (59 a 18 anos).
"Assim que conseguirmos contemplar todos esses grupos prioritários no Estado, especialmente os profissionais envolvidos na educação, o que nos possibilitará um retorno mais seguro das aulas presenciais, iremos avançando por idade para a população em geral. Estamos na expectativa de um novo lote de doses nas próximas semanas, que nos permita seguir na imunização de forma mais rápida", explicou a secretária da Saúde, Arita Bergmann.
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