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saúde

- Publicada em 17h01min, 26/05/2021.

Novas remessas de vacinas irão imunizar trabalhadores de portos e aeroportos no RS

A primeira remessa, com 353.2020 doses da AstraZeneca, chegou ao Estado na manhã de quarta-feira (26)

A primeira remessa, com 353.2020 doses da AstraZeneca, chegou ao Estado na manhã de quarta-feira (26)


Gustavo Mansur/Palácio Piratini/JC
O público a ser imunizado contra o novo coronavírus no Rio Grande do Sul irá aumentar. Trabalhadores do transporte aéreo e portuário do Rio Grande do Sul serão vacinados com doses de duas novas remessas do imunizante, da Oxford/Astrazeneca e da Pfizer. A primeira, com 353.2020 doses, chegou ao Estado na manhã de quarta-feira (26) e a segunda, com 37.440 doses, que deverá chegar no final da tarde.
O público a ser imunizado contra o novo coronavírus no Rio Grande do Sul irá aumentar. Trabalhadores do transporte aéreo e portuário do Rio Grande do Sul serão vacinados com doses de duas novas remessas do imunizante, da Oxford/Astrazeneca e da Pfizer. A primeira, com 353.2020 doses, chegou ao Estado na manhã de quarta-feira (26) e a segunda, com 37.440 doses, que deverá chegar no final da tarde.
A Secretaria Estadual da Saúde (SES-RS) e o Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems/RS) pactuaram que parte das doses será utilizada para avançar na vacinação das pessoas com comorbidades, deficientes que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e gestantes e puérperas com comorbidades e/ou gestantes ou puérperas que apresentem indicação médica após avaliação de risco/benefício. "Os municípios que completarem a etapa das comorbidades podem ir avançando no grupo das deficiências permanentes", explica a secretária da Saúde, Arita Bergmann.
Até esta quarta-feira, um total de 3.008.465 gaúchos receberam a primeira dose do imunizante contra a Covid-19. Destes, 1.413.724 já completaram o calendário vacinal recebendo a segunda dose.
As novas doses que desembarcaram no Rio Grande do Sul chegam em um momento de redução das expectativas acerca da disponibilização por parte do Ministério da Saúde de lotes com imunizantes aos estados. O Ministério da Saúde reduziu para 43,8 milhões a previsão de doses de vacinas contra Covid a serem distribuídas em junho. Até então, a estimativa, calculada a partir de dados de fornecedores, era de 52,2 milhões.
Os dados constam de nova versão do cronograma divulgado pela pasta. Do total, a maior redução ocorre em doses da vacina AstraZeneca/Oxford produzidas pela Fiocruz - que passam de 34,2 milhões para 20,9 milhões.
Há ajustes, porém, também na previsão de outros fornecedores no cronograma, que passa a incluir 4,8 milhões de doses da Covax Facility que estavam previstas na versão anterior em outros meses - daí o cálculo final envolver, ao todo, cerca de 8 milhões de doses a menos em junho.
Segundo o secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, a mudança ocorre devido a dificuldades na obtenção de insumos usados pela Fiocruz para fabricação das doses. "Quando tivemos confirmação de que não seria possível a produção, reduzimos nosso cronograma", disse ele, segundo quem a pasta busca antecipar entregas de insumos na tentativa de reverter a queda. As declarações ocorreram em audiência na Câmara dos Deputados. No encontro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atribuiu problema nas entregas a uma dificuldade de insumos e na obtenção de vacinas a "nível mundial".
"Não é falta de dinheiro, é dificuldade com os insumos", afirmou Cruz. Ele também buscou justificar a queda na previsão de doses em junho afirmando que o total em junho ainda representa um aumento em relação a meses anteriores. "De 30 milhões de doses em maio para 40 milhões em junho, são 10 milhões a mais", destacou.
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