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Coronavirus

- Publicada em 13 de Março de 2021 às 16:23

RS registra neste sábado mais 331 mortes por Covid, novo recorde na pandemia

Rio Grande do Sul se aproxima de 15 mil vidas perdidas para o novo corornavírus

Rio Grande do Sul se aproxima de 15 mil vidas perdidas para o novo corornavírus


LUIZA PRADO/JC
O Rio Grande do Sul teve mais 331 mortes por complicações da Covid-19. O número foi divulgado na tarde deste sábado (13) no painel de dados da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Foi o maior contingente de mortes confirmadas em um único dia em toda a pandemia. 
O Rio Grande do Sul teve mais 331 mortes por complicações da Covid-19. O número foi divulgado na tarde deste sábado (13) no painel de dados da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Foi o maior contingente de mortes confirmadas em um único dia em toda a pandemia. 
Com este novo grupo de óbitos, o Estado se aproxima de 15 mil vidas perdidas para o novo corornavírus. A atualização reflete as ocorrências em fim de fevereiro e os primeiros dias de março, com 315 mortes. Porto Alegre (33), Canoas (28) e Caxias do Sul (19) foram as localidades com mais registros.
O total de óbitos chega agora a 14.885. Devido à escalada de óbitos e nível internação em UTIs, o Estado manterá até 21 de março a bandeira preta, renovada no novo mapa do distanciamento.  
Até essa sexta-feira (12), quase 1,8 mil mortes haviam ocorrido em 11 dias. A estatística muda a cada dia porque novos dados são inseridos no sistema, após a oficialização da causa do óbito.
Também são 9,3 mil casos novos de infectados pelo vírus, elevando a 739.759 o total no Estado.  
Nos hospitais, o nível de ocupação só cresce. Nas UTIs, a lotação é de 108,3% neste sábado. São um total de 3.390 pacientes para 3.129 leitos. Do total em tratamento, 2.624 é ligado à pandemia. Também são 6,2 mil doentes em leitos clínicos. O total entre UTIs e clínicos chega a 8,8 mil pessoas. 
Outro dado monitorado é o de internações gerais causadas por Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG), onde se enquadra a Covid-19. Em 24 horas, o número avançou mais 800 internados.
Na Capital, a ocupação é de quase 113% nos leitos intensivos e há quase 200 pessoas esperando vagas nas emergências dos estabelecimentos, fora os casos em prontos atendimentos. Apenas quatro dos 18 hospitais com UTIs ainda não estão lotados ou com uso acima da capacidade (oito instituições).
O prefeito da Capital, Sebastião Melo, defendeu que a cogestão, prevista para retornar em 22 de março, não seja com imposição de medidas pelo governo.
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