Porto Alegre, sábado, 06 de março de 2021.

Jornal do Comércio

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- Publicada em 16h32min, 06/03/2021. Atualizada em 17h50min, 06/03/2021.

Venda de bebidas alcoólicas em supermercados está permitida, garante governo do RS

O decreto que proíbe venda de itens não essenciais em supermercados não atinge as bebidas

O decreto que proíbe venda de itens não essenciais em supermercados não atinge as bebidas


MARCO QUINTANA/JC
O governo do Rio Grande do Sul divulgou uma nota neste sábado (6) para esclarecer sobre a venda de bebidas alcoólicas em supermercados. A possibilidade de comercialização determinados itens gerou dúvidas entre consumidores e supermercadistas após decreto proibindo a venda de produtos não essenciais nos estabelecimentos. A medida foi divulgada na tarde desta sexta-feira (5) durante live do governador Eduardo Leite. 
O governo do Rio Grande do Sul divulgou uma nota neste sábado (6) para esclarecer sobre a venda de bebidas alcoólicas em supermercados. A possibilidade de comercialização determinados itens gerou dúvidas entre consumidores e supermercadistas após decreto proibindo a venda de produtos não essenciais nos estabelecimentos. A medida foi divulgada na tarde desta sexta-feira (5) durante live do governador Eduardo Leite. 
Em sua conta no Twitter, o governador desmentiu que a venda de bebidas em supermercados esteja proibida. 
— Eduardo Leite (@EduardoLeite_) March 6, 2021
O decreto determina que estabelecimentos que realizem mais de um tipo de atividade deverão observar as limitações, horários, modalidades e protocolos para cada tipo de atividade, vedada a prestação de serviços ou a comercialização de produtos não essenciais nos horários de funcionamento reservados às atividades essenciais.
A partir de segunda-feira (8), os estabelecimentos ficam proibidos de prestar um serviço ou comercializar produtos não essenciais nos horários de funcionamento reservados às atividades essenciais. Os itens não essenciais, inclusive, não poderão ficar expostos nas prateleiras. Podem estar cobertos por lonas - o importante é que estejam fora do alcance dos clientes.
Além de alimentação, são considerados itens essenciais produtos de higiene e limpeza, material escolar e material de construção, podendo dessa forma ser comercializados em supermercados.
Os itens não essenciais incluem artigos de bazar, como louças, copos, utensílios e eletrodoméstico, por exemplo.
O governo do Estado ressalta que o comércio de não essenciais está permitido pela modalidade de tele-entrega, mesmo na bandeira preta, que seguirá até o dia 21 de março.
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