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- Publicada em 18h27min, 22/02/2021. Atualizada em 12h18min, 24/02/2021.

Leite mantém mapa com 11 bandeiras pretas e antecipa suspensão de atividades para 20h

Aglomerações e atividades estão supensas entre 20h e 5h a partir desta terça-feira

Aglomerações e atividades estão supensas entre 20h e 5h a partir desta terça-feira


MARIANA ALVES/JC
Fernanda Crancio
Após uma série de reuniões com prefeitos, chefes de poderes e entidades, o governo do Estado manteve a cogestão do distanciamento controlado - que permite aos gestores municipais adotarem protocolos menos rigorosos à classificação das bandeiras regionais - e liberou as aulas presenciais para alunos da Educação Infantil e da 1ª e 2ª séries do Ensino Fundamental.
Após uma série de reuniões com prefeitos, chefes de poderes e entidades, o governo do Estado manteve a cogestão do distanciamento controlado - que permite aos gestores municipais adotarem protocolos menos rigorosos à classificação das bandeiras regionais - e liberou as aulas presenciais para alunos da Educação Infantil e da 1ª e 2ª séries do Ensino Fundamental.
Apesar disso, indeferiu todos os recursos apresentados pelos municípios e, diante da confirmação da bandeira preta em 11 regiões do Estado, determinou a antecipação do horário de suspensão de atividades, que passará a valer das 20h às 5h até o dia 2 de março (o horário anunciando anteriormente era entre 22h e 5h).
A intenção do Executivo gaúcho é seguir restringindo a circulação de pessoas nessa faixa de horário, uma vez que o nível de ocupação das UTIs no Estado atingiu nesta segunda-feira (22) o patamar mais alto, chegando a 86%. "Esse é o maior nível de ocupação desde o início da pandemia, mesmo que tenhamos ampliado as estruturas de UTI", avaliou o governador Eduardo Leite.
A regra não vale para serviços essenciais, como farmácias, hospitais, serviços funerários, postos de combustíveis e tele-entregas, Ceasa e atividades industriais noturnas. Supermercados não poderão funcionar após 20h. Na quinta-feira (25), uma nova reunião com prefeitos deverá avaliar a situação e pode determinar novas alterações em decretos.
Com o indeferimento dos 10 recursos de reconsideração das bandeiras, o mapa do Rio Grande do Sul segue com 11 regiões em bandeira preta, que somam 68,4% da população gaúcha em situação de risco altíssimo e possibilidade de esgotamento da estrutura hospitalar. Como lembrou o governador Eduardo Leite, esse é o pior cenário da pandemia até agora.
Segundo anunciado na sexta-feira (19), outras 10 regiões ficaram em bandeira vermelha, com risco epidemiológico alto. A vigência das bandeiras passa a valer a partir da meia-noite desta terça-feira (23) e segue até 1º de março.
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Com a cogestão confirmada, as regiões em bandeira preta que integram o modelo podem adotar os protocolos de bandeira vermelha. Já as classificadas em vermelho poderão flexibilizar atividades até a bandeira laranja. Apenas as regiões de Guaíba e Santa Maria não aderiram ao sistema.
Aos prefeitos, empresários e população, Leite pediu observância dos protocolos e forte  fiscalização das medidas de enfrentamento à pandemia. "O nível de circulação sua e de sua família deve ser proporcional às bandeiras. Não existe atividade 100% segura, mas diminuição de riscos. Observem as regras e reforcem a fiscalização", encerrou.
Em entrevista ao Jornal do Comércio, a reitora da UFCSPA já havia alertado para a necessidade de sair o mínimo possível nos próximos 14 dias, para evitar a disseminação maior do vírus.
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