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Saúde

- Publicada em 12h40min, 11/01/2021. Atualizada em 16h16min, 11/01/2021.

Coronavac: Saúde tem 'todo interesse' na conclusão da análise de pedido, diz Pazuello

Ministro Pazuello disse que o governo negocia a compra de outros imunizantes

Ministro Pazuello disse que o governo negocia a compra de outros imunizantes


Marcelo Camargo/Agência Brasil/Divulgação/JC
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reforçou nesta segunda-feira (11) que o ministério tem "todo o interesse" para que se conclua a análise do pedido de uso emergencial da vacina Coronavac contra o novo coronavírus.
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reforçou nesta segunda-feira (11) que o ministério tem "todo o interesse" para que se conclua a análise do pedido de uso emergencial da vacina Coronavac contra o novo coronavírus.
Segundo o ministro, a principal dificuldade encontrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a certificação de uso emergencial das doses importadas da Coronavac - vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a chinesa Sinovac - está na falta, no país de origem, de certificação do uso pelas autoridades sanitárias chinesas.
Pazuello garantiu que as conversas entre o ministério e o Instituto Butantan são estritamente "técnicas" e disse que não entra no "outro assunto", da disputa política entre o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o presidente Jair Bolsonaro. O ministro reforçou que todas as doses produzidas pelo instituto irão para o Ministério da Saúde.
O ministro afirmou, durante apresentação do Plano Estratégico de Enfrentamento à Covid-19 no Amazonas, que a agência reguladora tem tido dificuldades em receber do Butantan toda a documentação pronta. Na última semana, a Anvisa cobrou do instituto informações complementares para a liberação do uso do imunizante. Segundo disse o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), nesta manhã em entrevista à rádio CNN, as informações foram repassadas pelo Butantan durante o fim de semana.
Sobre a aquisição de outras vacinas, o ministro disse que pretende comprar o imunizante da Johnson & Johnson e afirmou estar negociando a compra de doses da vacina russa Sputnik e de doses da AstraZeneca produzidas na Índia. Contudo, o ministro ressaltou ser "pífia" a quantidade disponível no mercado dos imunizantes produzidos fora do Brasil.
Agência Estado
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