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SAÚDE

- Publicada em 20h00min, 08/01/2021. Atualizada em 23h24min, 19/01/2021.

Prefeitura de Porto Alegre deve disponibilizar tratamento precoce para Covid-19 até fim de janeiro

Hidroxicloroquina  é um dos medicamentos que integra o kit para tratamento precoce contra Covid-19

Hidroxicloroquina é um dos medicamentos que integra o kit para tratamento precoce contra Covid-19


NARINDER NANU/AFP/JC
Fernanda Crancio
A prefeitura de Porto Alegre planeja disponibilizar às pessoas que tiverem interesse no tratamento precoce contra a Covid-19, o chamado "kit Covid", com distribuição gratuita nas farmácias municipais e postos de saúde de medicamentos como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina.
A prefeitura de Porto Alegre planeja disponibilizar às pessoas que tiverem interesse no tratamento precoce contra a Covid-19, o chamado "kit Covid", com distribuição gratuita nas farmácias municipais e postos de saúde de medicamentos como ivermectina, azitromicina e hidroxicloroquina.
Segundo o secretário de Saúde do município, Mauro Sparta, a previsão é de que os remédios estejam disponíveis nos próximos 20 dias.
Segundo ele, poderá retirar o kit "todos que quiserem", mediante indicação médica. De acordo com Sparta, a decisão de fornecer os fármacos à população atende a pedidos de médicos e pacientes. "Estaremos disponibilizando nas farmácias distritais e Unidades Básicas de Saúde para quem quiser. A disposição será de acordo com o médico que indicar e o paciente que aceitar usar", disse.
Sparta ressaltou que os medicamentos vêm sendo testados e que muitos estudos admitem a eficácia do tratamento precoce, "autorizado pelo Ministério da Saúde". No Diário Oficial de Porto Alegre já está publicada portaria que orienta a medida na Capital, perante prescrição médica e assinatura de termo de consentimento.
O documento, no entanto, destaca que o uso estaria condicionado aos pacientes com suspeita ou comprovação de diagnóstico de Covid-19. A nota técnica reforça que o tratamento pode causar efeitos colaterais adversos e que os medicamentos em questão "estão disponíveis há muitos anos, entretanto seu uso não indicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esse tipo de tratamento, o que o caracteriza como uso off label". 
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