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governo gaúcho

- Publicada em 18h40min, 13/07/2020. Atualizada em 19h06min, 13/07/2020.

Após análise de recursos, RS tem 10 regiões com bandeira vermelha no distanciamento controlado

Com nova configuração do mapa, 73% dos gaúchos estão em regiões de alto risco

Com nova configuração do mapa, 73% dos gaúchos estão em regiões de alto risco


GOVERNO RS/DIVULGAÇÃO/JC
A partir da meia-noite desta terça-feira (14), 10 regiões do Rio Grande do Sul entram em bandeira vermelha na 10ª rodada do distanciamento controlado: Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Taquara, Porto Alegre, Canoas, Capão da Canoa e Pelotas. Já as áreas de Santo Ângelo, Cruz Alta, Santa Rosa, Erechim e Santa Cruz do Sul passam à bandeira laranja na classificação de risco para esta semana. A nova configuração do mapa do Estado foi divulgada no final da tarde desta segunda-feira (13), após análise do governo do Estado de 63 recursos oriundos de prefeituras e associações de municípios.
A partir da meia-noite desta terça-feira (14), 10 regiões do Rio Grande do Sul entram em bandeira vermelha na 10ª rodada do distanciamento controlado: Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo, Taquara, Porto Alegre, Canoas, Capão da Canoa e Pelotas. Já as áreas de Santo Ângelo, Cruz Alta, Santa Rosa, Erechim e Santa Cruz do Sul passam à bandeira laranja na classificação de risco para esta semana. A nova configuração do mapa do Estado foi divulgada no final da tarde desta segunda-feira (13), após análise do governo do Estado de 63 recursos oriundos de prefeituras e associações de municípios.
Outra novidade apresentada durante live do governador Eduardo Leite foi o ajuste dos protocolos das regiões em bandeira vermelha para operação do comércio varejista não essencial, que passar a a ter a opção de venda em sistema de drive-thru e pague e leve, além de tele-entrega, para permitir um avanço às atividades econômicas e ainda assim manter a redução da circulação de pessoas no comércio.
Segundo o governador Eduardo Leite, 286 cidades passam a adotar bandeira vermelha, atingindo uma população de mais de 8,2 milhões de pessoas, cerca de 73% dos gaúchos. Na semana anterior eram seis as regiões em bandeira vermelha e o mapa preliminar, divulgado na sexta-feira (10), havia registrado 15 das 20 regiões em alto risco no distanciamento controlado.
Dessas 15 regiões, 11 apresentaram recursos e cinco tiveram os pedidos acatados – Cruz Alta, Erechim, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa e Santo Ângelo – permanecerão na bandeira laranja, com menos restrições à circulação e atividades econômicas.
As regiões de Cachoeira do Sul, Caxias do Sul, Novo Hamburgo, Palmeira das Missões, Passo Fundo e Taquara tiveram os pedidos de reconsideração indeferidos por apresentarem indicadores mais preocupantes. Somam-se a elas Porto Alegre, Canoas, Capão da Canoa e Pelotas, que já haviam sido classificadas com alto risco na semana anterior e permanecem nessa condição por mais um período.
De acordo com o governador, pesaram para a mudança do mapa e aceitação dos recursos das cinco regiões que migraram para abandeira laranja a estabilidade de indicadores. No caso de Santo Ângelo, óbitos se mantiveram sem crescimento e houve melhora no número de recuperados por Covid-19 em relação aos doentes ativos, mesma característica encontrada na região de Cruz Alta, que ainda teve estabilidade das internações. Na região de Santa Rosa houve aumento da oferta de leitos, hospitalizações e estabilidade nos óbitos. Na área de Erechim, os números mantiveram equilíbrio nas internações e nos casos ativos da doença, enquanto que a Região de Santa Cruz do Sul apresentou melhora no número de hospitalizações menos óbitos. Leite lembrou ainda que um dos fatores que mais influencia o agravamento das condições de risco no modelo é a disponibilidade de leitos, a capacidade de atendimento no sistema de saúde estadual, que caminha para uma certa estabilidade em relação à semana anterior.
Nesse sentido, a coordenadora do grupo que analisa o distanciamento controlado, Leany Lemos, reforçou que o sistema é uma alternativa para manter o equilíbrio entre a necessidade de adotar o lockdown e a liberação de todas as atividades. "O objetivo é que não falte assistência ( à saúde), e é isso que monitoramos diariamente, apontou.
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