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Coronavirus

- Publicada em 03 de Abril de 2020 às 17:12

Prefeitura mantém fechamento do comércio em Farroupilha

O recuo deu-se a partir de notificações dos ministérios públicos Federal e Estadual, orientando que as medidas não fossem colocadas em prática

O recuo deu-se a partir de notificações dos ministérios públicos Federal e Estadual, orientando que as medidas não fossem colocadas em prática


CAMILA SURIAN/ARTE/JC
Roberto Hunoff
O prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves, voltou atrás e cancelou, tarde desta sexta (3), a reabertura do comércio que estava programada para segunda-feira (6) ou terça-feira (7). A decisão de permitir o funcionamento de todos os segmentos econômicos, respeitando uma série de orientações da área da saúde e restringindo a circulação dos grupos de risco, havia sido tomada na quarta (1). Um decreto estava sendo elaborado em conjunto com entidades representativas da comunidade.
O prefeito de Farroupilha, Claiton Gonçalves, voltou atrás e cancelou, tarde desta sexta (3), a reabertura do comércio que estava programada para segunda-feira (6) ou terça-feira (7). A decisão de permitir o funcionamento de todos os segmentos econômicos, respeitando uma série de orientações da área da saúde e restringindo a circulação dos grupos de risco, havia sido tomada na quarta (1). Um decreto estava sendo elaborado em conjunto com entidades representativas da comunidade.
O recuo deu-se a partir de notificações dos ministérios públicos Federal e Estadual, orientando que as medidas não fossem colocadas em prática. O MP estadual ainda acrescentou que o descumprimento do decreto do governo resultaria em crime de responsabilização, podendo levar o gestor do Município a perder mandato e prisão.
A decisão da Prefeitura foi tornada pública na sexta à tarde por meio de comunicado, informando que cumpriria as medidas estabelecidas no decreto estadual publicado no Diário Oficial na quarta. Desta forma poderão funcionar indústrias de qualquer tipo, construção civil, prestadores de serviços e estabelecimentos comerciais considerados essenciais, desde que sem aglomeração de pessoas, além de restaurantes e bares, mas apenas com atendimento de tele-entrega ou pague e leve.
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