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saúde

31/03/2020 - 18h08min. Alterada em 31/03 às 18h36min

Coronavírus: Brasil tem 201 mortes e mais de cinco mil casos confirmados

A taxa de mortalidade da doença continua em 3,5%

A taxa de mortalidade da doença continua em 3,5%


ARTE/FOTO GOVERNO CHINÊS/DIVULGAÇÃO/JC
O Brasil registrou nesta terça-feira (31), em plataforma do Ministério da Saúde, 5.717 casos confirmados da covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. O número mostra 1.138 novas confirmações em relação à última atualização, feita na segunda, dos dados da pandemia no País. As mortes pela doença chegam a 201, com aumento de 42 óbitos em relação à ultima contagem. A taxa de mortalidade da doença continua em 3,5%.
O Brasil registrou nesta terça-feira (31), em plataforma do Ministério da Saúde, 5.717 casos confirmados da covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. O número mostra 1.138 novas confirmações em relação à última atualização, feita na segunda, dos dados da pandemia no País. As mortes pela doença chegam a 201, com aumento de 42 óbitos em relação à ultima contagem. A taxa de mortalidade da doença continua em 3,5%.
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Para conter o avanço da pandemia, o Ministério da Saúde orienta que a população siga em isolamento social, diminuindo assim o ritmo de contágio do vírus e evitando que o sistema de saúde se sobrecarregue. A medida vai na mesma direção que o recomendado por especialistas e pela Organização Mundial da Saúde.
As autoridades da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) também afirmaram hoje que as medidas de isolamento social são as mais adequadas para reduzir o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já atinge 823 mil pessoas em 177 países, com 39 mil mortes.
Na contramão dessas recomendações e contrariando governadores, o presidente Jair Bolsonaro defende que a população volte ao trabalho mesmo durante medidas de isolamento social. Questionado na manhã de hoje sobre declarações do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defensor das medidas de isolamento social, Bolsonaro estimulou apoiadores a hostilizarem a imprensa e mandou repórteres ficarem quietos. Jornalistas que fazem a cobertura diária do Palácio da Alvorada se retiraram de entrevista concedida pelo presidente.