Porto Alegre, sábado, 17 de outubro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sábado, 17 de outubro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Itália

- Publicada em 21h13min, 25/03/2020.

Itália tem 743 mortes por coronavírus em 24 horas; infectados são 74 mil

Itália adotou novas medidas para restringir a circulação de pessoas, como multas de até ¤ 4 mil

Itália adotou novas medidas para restringir a circulação de pessoas, como multas de até ¤ 4 mil


ANDREAS SOLARO/AFP/JC
O número de mortes na Itália em decorrência da Covid-19 cresceu em 743 nas 24 horas entre segunda (23) e terça-feira (24), um novo aumento depois de dois dias seguidos de redução nos números. Nesta quarta-feira (25) já eram 7.503 as vítimas fatais da doença causada pelo novo coronavírus.
O número de mortes na Itália em decorrência da Covid-19 cresceu em 743 nas 24 horas entre segunda (23) e terça-feira (24), um novo aumento depois de dois dias seguidos de redução nos números. Nesta quarta-feira (25) já eram 7.503 as vítimas fatais da doença causada pelo novo coronavírus.
O número de novas infecções cresceu em 3.612 de terça para quarta-feira, fazendo o total de pessoas infectadas pelo coronavírus chegar a 74.386 na Itália. O número de pessoas infectadas atualmente, dado que exclui curados e mortos, é de 57.521 pessoas.
Também ontem, o governo da Itália aprovou medidas mais duras para restringir a circulação de pessoas. De acordo com a agência de notícias italiana Ansa, entre as medidas estão multas de até € 4 mil e o confisco de veículos.
Segundo o estudo "Taxa de letalidade e características dos pacientes que morrem com Covid-19 na Itália", publicado no Jornal da Associação Médica Americana em 23 de março, as características demográficas da população italiana diferem de outros países.
Em 2019, aproximadamente 23% da população italiana tinha 65 anos ou mais. E a Covid-19 é mais letal em pacientes mais velhos, o que pode explicar, em parte, a maior taxa de mortalidade por casos da Itália em comparação com a de outros países.
{'nm_midia_inter_thumb1':'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2020/03/25/206x137/1_arte_internacional_letalidade_corona-9022948.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5e7bddb911bd4', 'cd_midia':9022948, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/jpg/2020/03/25/arte_internacional_letalidade_corona-9022948.jpg', 'ds_midia': 'Taxa de letalidade Coronavírus Itália-China', 'ds_midia_credi': 'ARTE JULIANO BRUNI/JC', 'ds_midia_titlo': 'Taxa de letalidade Coronavírus Itália-China', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '800', 'cd_midia_h': '494', 'align': 'Left'}
Já um estudo internacional divulgado ontem na Science, assinado por cientistas de alguns dos principais centros de pesquisa do mundo - Universidade de Oxford, no Reino Unido; Universidade de Harvard, nos EUA; e Instituto Pasteur, na França -, mostra que as drásticas medidas de controle implementadas na China reduziram substancialmente a disseminação da Covid-19.
Os autores enfatizaram que as medidas de distanciamento social funcionam, mas é necessário esperar algum tempo para que os seus efeitos positivos sejam notados. Entre as ações adotadas pela China estão a quarentena de cidades inteiras, o fechamento de serviços não essenciais e a restrição nas viagens aéreas. O estudo foi feito com dados de plataformas móveis, obtidos em tempo real, na cidade de Wuhan, epicentro da epidemia que começou em dezembro.
No país asiático, o total de pessoas infectadas chegou, ontem, a 81.661, com 73.773 recuperados e 3.285 mortes.
Comentários CORRIGIR TEXTO