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Agronegócio

- Publicada em 09h51min, 02/07/2021.

Para a Ocergs, agroindústrias precisam de mais incentivos

Taxas praticadas em financiamentos de plantas industriais já foram consideradas menores

Taxas praticadas em financiamentos de plantas industriais já foram consideradas menores


CAMILA DOMINGUES/PALÁCIO PIRATINI/JC
Atualmente, 63 cooperativas do Rio Grande do Sul possuem planta agroindustrial, nas quais processam a matéria-prima e agregam valor em mais de 131 produtos diferentes. Na produção total da safra de soja gaúcha, as cooperativas do setor mantêm sua participação de 50% do recebimento.
Atualmente, 63 cooperativas do Rio Grande do Sul possuem planta agroindustrial, nas quais processam a matéria-prima e agregam valor em mais de 131 produtos diferentes. Na produção total da safra de soja gaúcha, as cooperativas do setor mantêm sua participação de 50% do recebimento.
No entanto, para o presidente da Ocergs, Vergilio Perius, as cooperativas agroindustriais gaúchas poderiam ter avanços ainda maiores no mercado se os custos financeiros para investimentos em unidades do setor fossem menores. Por exemplo, no último Plano Safra, anunciado pelo governo federal em 22 de junho, ficou estabelecido que os financiamentos via cooperativas para investimento, crédito industrial e capital de giro a partir de julho de 2021 ganham taxas de juros de 8% ao ano. Para a construção de armazéns, os juros são de 7% ao ano.
"O Plano Safra não atende às nossas expectativas porque os juros oferecidos para as agroindústrias ainda são altos para investimentos em fábricas. O programa ainda é muito voltado para exportações não manufaturadas, para a produção de commodities, e não para industrialização agrícola, para a fabricação de produtos de maior valor agregado", lamenta Perius.
O presidente da Ocergs lembra que, no passado, as taxas praticada para financiamentos de plantas agroindustriais já foram bem menores, embora os juros reais da economia fossem maiores do que os estabelecidos hoje pelo Banco Central (BC)", destaca Perius. Segundo ele, o setor defende uma linha de financiamento de plantas agroindustriais com juros de 2,75% ao ano. "Temos que desenvolver mais a agroindústria, que favorece muito a geração de receita para os estados e cria mais empregos", afirma.
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