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Editorial

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Editorial

- Publicada em 23h44min, 09/06/2021.

A insegurança pública e o estado do Amazonas

A Força Nacional de Segurança Pública deslocou efetivos para o Amazonas, em apoio ao governo daquele estado, nas ações de combate ao crime organizado em Manaus e municípios do interior. A decisão do Ministério da Justiça atende pedido do governador. Os militares atuarão em apoio logístico do governo amazonense.
A Força Nacional de Segurança Pública deslocou efetivos para o Amazonas, em apoio ao governo daquele estado, nas ações de combate ao crime organizado em Manaus e municípios do interior. A decisão do Ministério da Justiça atende pedido do governador. Os militares atuarão em apoio logístico do governo amazonense.
Desde o fim de semana, criminosos iniciaram uma série de ataques a prédios públicos em Manaus e depredaram veículos em outras cidades do estado. Alvos do Comando Vermelho, após o traficante líder da facção, Erick Batista Costa, ser morto durante uma troca de tiros com a Polícia Militar.
A população da capital evita sair de casa, amedrontada. O comércio e o ensino foram suspensos. Os mais de 30 ataques do Comando Vermelho fizeram com que o serviço de transporte público fosse paralisado durante 24 horas.
A reação policial do governo do Amazonas levou à prisão de 31 pessoas envolvidas nos ataques criminosos. Lá, como em outras unidades da Federação, o crime organizado é atuante, sendo, na maioria das vezes nos últimos anos, comandado desde penitenciárias. É a razão para que haja insegurança para todos os que buscam seguir os compromissos quanto ao comportamento individual e, muito mais, para com toda a sociedade.
 A Força Nacional deverá atuar por 30 dias, com possibilidade de prorrogação desse prazo, caso necessário. Os ataques em Manaus, principalmente, foram, como citado, uma represália da facção a que pertencia o traficante de drogas. A ordem para os atos de vandalismo partiu de dentro de uma prisão, seguindo-se pedido do governo amazonense de transferência de presos para presídios federais.
É uma situação que constrange moralmente a todos, pois a onda de violência em Manaus levou ao fechamento de postos de vacinação no início desta semana. Serviços de ônibus e aulas presenciais já haviam sido suspensos.
No caso do Rio Grande do Sul, com telefones celulares, o comando de atos criminosos de presídios também é uma realidade, ainda que combatida pelas autoridades policiais civis e militares.
Importa, apesar das dificuldades do momento, que o combate continue por todos os meios possíveis, com o cercamento eletrônico das cidades, centrais de monitoramento dia e noite e o trabalho de inteligência, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal, que tem acontecido e com sucesso. O crime não pode compensar, jamais. 
 
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