Porto Alegre, segunda-feira, 25 de outubro de 2021.
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Mercado Imobiliário

- Publicada em 25/10/2021 às 18h08min.

Suder projeta dobrar VGV em 2022

Criada em plena pandemia, a Suder Negócios Imobiliários é o típico exemplo de empresa que viu o segmento no qual atua não somente ser afetado pelo período, mas também ser redesenhado por ele. Completando um ano em outubro, a empresa, que é focada no mercado de lançamentos imobiliários de alto padrão, acompanhou em tempo real o esforço das incorporadoras em absorver as demandas geradas pelas mudanças de comportamento dos consumidores a partir de março de 2020.
Criada em plena pandemia, a Suder Negócios Imobiliários é o típico exemplo de empresa que viu o segmento no qual atua não somente ser afetado pelo período, mas também ser redesenhado por ele. Completando um ano em outubro, a empresa, que é focada no mercado de lançamentos imobiliários de alto padrão, acompanhou em tempo real o esforço das incorporadoras em absorver as demandas geradas pelas mudanças de comportamento dos consumidores a partir de março de 2020.
“Plantas inteiras foram refeitas para incluir áreas específicas para o home office, esquadrias ganharam maior dimensão e a sacada aberta voltou à moda, assim como os imóveis do tipo garden, que se transformaram em espaços de luxo e muito procurados. Em projetos arquitetônicos que não tiveram a chance de voltar para a prancheta, foi necessário encontrar um espaço que pudesse ser transformado em escritório, por exemplo”, descreve Diogo Suder, diretor da empresa.
 
 
Nos primeiros 12 meses de funcionamento, a Suder obteve um crescimento de 62% no VGV do segundo semestre sobre o primeiro. Para 2022, pretende dobrar o resultado de 2021, contando para isso com os lançamentos imobiliários anunciados para o próximo ano na Capital, e que devem movimentar R$ 5 bilhões. “O mercado imobiliário de Porto Alegre deve fechar 2021 com um VGV de cerca de R$ 2,5 bilhões e cerca de 20 lançamentos de médio e alto padrão na cidade. No próximo ano devem acontecer ainda mais lançamentos, pois há demanda represada de imóveis, especialmente para os de valor entre R$ 2,5 e R$ 3 milhões”, avalia.
A pandemia não afetou apenas a arquitetura dos novos lançamentos. A estratégia de vendas também foi impactada pelas regras sanitárias, uma vez que, tradicionalmente, eventos de apresentação dos empreendimentos contavam com grandes movimentações de pessoas. “Nós entramos no mercado em um momento de profunda transformação, o que nos ajudou a criar rotinas e práticas já de acordo com o novo normal. Investimos R$ 1 milhão em tecnologia em 2021, pois agora as ferramentas digitais representam peças-chave nas vendas. Vídeo chamada para apresentar apartamentos decorados e maquetes, e tour virtual pela planta se tornaram lugares comuns e não devem deixar de ser utilizados mesmo após o fim da pandemia. O mercado mudou e nós mudamos com ele”, completa Suder.
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