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Mercado Financeiro

- Publicada em 18/10/2021 às 17h28min.

Moedas Globais: dólar opera sem direção única ante rivais, com China e EUA

No fim da tarde em Nova York, o euro subia a US$ 1,1613, a libra recuava a US$ 1,3730, e o dólar avançava a 114,31 ienes

No fim da tarde em Nova York, o euro subia a US$ 1,1613, a libra recuava a US$ 1,3730, e o dólar avançava a 114,31 ienes


NIKLAS HALLE'N/AFP/JC
O dólar operou sem direção única nesta segunda-feira (18), com o índice DXY, que mede sua variação ante uma cesta de seis rivais, fechando em alta próxima à estabilidade. A moeda americana se beneficiou de um apetite por risco menos pronunciado entre investidores estrangeiros, em meio ao avanço mais modesto que o esperado do Produto Interno Bruto (PIB) da China, mas indicadores fracos nos EUA tiraram tração da moeda americana ao longo do dia.
O dólar operou sem direção única nesta segunda-feira (18), com o índice DXY, que mede sua variação ante uma cesta de seis rivais, fechando em alta próxima à estabilidade. A moeda americana se beneficiou de um apetite por risco menos pronunciado entre investidores estrangeiros, em meio ao avanço mais modesto que o esperado do Produto Interno Bruto (PIB) da China, mas indicadores fracos nos EUA tiraram tração da moeda americana ao longo do dia.
O DXY avançou 0,02% nesta segunda-feira, aos 93,953 pontos. No fim da tarde em Nova York, o euro subia a US$ 1,1613, a libra recuava a US$ 1,3730, e o dólar avançava a 114,31 ienes.
Temores quanto à recuperação da economia global impulsionaram o dólar nas primeiras horas da sessão de hoje, após a China registrar avanço anual de 4,9% do PIB do terceiro trimestre - ou de 0,2% ante o trimestre anterior. Analistas já esperavam uma desaceleração da expansão da principal potência asiática, mas menor do que o ritmo apontado hoje. A produção industrial do país também decepcionou, enquanto as vendas no varejo surpreenderam positivamente.
Nos EUA, no entanto, também houveram sinais de desaceleração da atividade, diante da inesperada baixa na produção da manufatura em setembro ante agosto, o que freou parte do impulso do dólar.
"Os preços mais altos das commodities, paralisações prolongadas da atividade devido à temporada de furacões e a escassez global de chips semicondutores estão tendo um impacto maior sobre a economia. Os problemas de curto prazo ainda existem para a produção industrial, mas as perspectivas ainda são boas para o próximo ano", estima o analista Edward Moya, da Oanda, em relatório. Ele afirma que o dólar deve seguir a trajetória dos juros dos Treasuries no curto prazo.
Já o Brown Brothers Harriman destaca o desempenho "surpreendente" da libra esterlina, que segue em baixa ante o dólar mesmo após o presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Andrew Bailey, ter sinalizado neste fim de semana que a entidade pode aumentar os juros em breve. Com base nas falas de Bailey e na trajetória inflacionária do Reino Unido, o Goldman Sachs passou a apostar em alta dos juros no país em novembro ou dezembro deste ano, assim como a maioria dos agentes do mercado.
Entre emergentes, o destaque de hoje ficou com a lira turca, que recuou aos seus menores níveis históricos ante o dólar, diante de incertezas quanto às próximas ações do banco central local, após o presidente Recep Tayip Erdogan trocar três funcionários do alto escalão da instituição, que divulga decisão de política monetária na próxima quinta-feira. No horário citado, o dólar subia a 9,3250 liras.
Agência Estado
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