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Energia

- Publicada em 12h10min, 16/09/2021. Atualizada em 12h12min, 16/09/2021.

Privatização da área de geração do Grupo CEEE pode ficar para 2022

Governo do Estado já concluiu desestatização dos segmentos de distribuição e transmissão de energia

Governo do Estado já concluiu desestatização dos segmentos de distribuição e transmissão de energia


Fernando C. Vieira Grupo CEEE
Jefferson Klein
Apesar de ainda trabalhar com a ideia de realizar o leilão de privatização da área de geração de energia do Grupo CEEE antes do final de 2021, o governo do Estado já admite a possibilidade de que o certame fique para o início do próximo ano. A alienação das usinas que compõem o setor de geração do grupo, sob o guarda-chuva da chamada CEEE-G, significará a desestatização completa da companhia, pois os segmentos de distribuição (CEEE-D) e de transmissão (CEEE-T) já foram vendidos e adquiridos, respectivamente, pelas companhias Equatorial e CPFL.
Apesar de ainda trabalhar com a ideia de realizar o leilão de privatização da área de geração de energia do Grupo CEEE antes do final de 2021, o governo do Estado já admite a possibilidade de que o certame fique para o início do próximo ano. A alienação das usinas que compõem o setor de geração do grupo, sob o guarda-chuva da chamada CEEE-G, significará a desestatização completa da companhia, pois os segmentos de distribuição (CEEE-D) e de transmissão (CEEE-T) já foram vendidos e adquiridos, respectivamente, pelas companhias Equatorial e CPFL.
“É um processo complexo, em que pese já ter havido os dois anteriores (de privatização da distribuição e transmissão), sempre pode dar uma travada”, argumenta o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Luiz Henrique Viana. A CEEE-G possui cinco usinas hidrelétricas (UHEs), oito pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e duas centrais geradoras hidrelétricas (CGHs) com potência própria instalada de 909,9 MW (o que representa um pouco menos de 25% da demanda média de energia elétrica dos gaúchos).
Outros 343,81 MW vinculados à companhia são oriundos de participações em projetos realizados através de consórcios ou de Sociedades de Propósito Específico (SPEs), somando potência total de geração de 1.253,71 MW, sendo que 1.145,97MW estão instalados no Rio Grande do Sul. A energia produzida pelas usinas destina-se ao suprimento do Sistema Integrado Nacional (SIN) e os clientes da área de geração são empresas de distribuição e consumidores do mercado livre (formado por grandes clientes, como indústrias e shopping centers, que podem escolher de quem vão comprar a energia).
Antes do leilão da CEEE-G acontecerá o certame de privatização da Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul (Sulgás). Essa disputa já tem data marcada para ocorrer: 22 de outubro. Com a iniciativa, o governo do Estado alienará 51% das ações que possui na distribuidora de gás natural (os outros 49% pertencem à Gaspetro). Sobre esse negócio, o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura afirma que o processo está transcorrendo normalmente. Viana reforça que, finalizando a venda da Sulgás, o foco será a desestatização da CEEE-G.

Sema e Fepam lançam prêmio de jornalismo ambiental

As inscrições para o Prêmio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental 2021 já estão abertas e se estenderão até o dia 10 de novembro. O lançamento oficial da iniciativa foi realizado nesta quinta-feira (16), no Palácio Piratini.
O secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Luiz Henrique Viana, salienta que a questão ambiental é uma pauta de âmbito mundial e a premiação contribuirá para conscientizar a sociedade sobre o tema. Para participar, os interessados deverão se inscrever no site do prêmio (www.sema.rs.gov.br/premiojornalismoambiental), onde também há mais detalhes sobre a ação. Serão aceitas produções jornalísticas veiculadas de 1º de janeiro a 1º de novembro de 2021. As categorias estão divididas em jornalismo impresso, on-line, universitário, telejornalismo, fotojornalismo e radiojornalismo/podcast divulgado em canal de veículo de imprensa.
A presidente da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), Marjorie Kauffmann, destaca que a premiação ajudará que as boas práticas ambientais sejam replicadas no Estado através do exemplo. Já a secretária de Comunicação do governo gaúcho, Tânia Moreira, acrescenta que a distinção valoriza o jornalismo feito com seriedade e auxilia a combater as chamadas fake news.
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