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Consumo

- Publicada em 11h22min, 08/09/2021.

Porto Alegre segue com a cesta básica mais cara do Brasil, mostra pesquisa

A batata registrou alta de 11,85% no mês passado, de acordo com o levantamento

A batata registrou alta de 11,85% no mês passado, de acordo com o levantamento


FREDY VIEIRA/JC
Pelo segundo mês seguido, a capital gaúcha ocupa o posto de cesta básica mais cara do País, custando R$ 664,67. O valor do conjunto de bens alimentícios básicos em Porto Alegre registrou alta de 1,18% em agosto. Os dados foram divulgados pelo Dieese nesta quarta-feira (8).
Pelo segundo mês seguido, a capital gaúcha ocupa o posto de cesta básica mais cara do País, custando R$ 664,67. O valor do conjunto de bens alimentícios básicos em Porto Alegre registrou alta de 1,18% em agosto. Os dados foram divulgados pelo Dieese nesta quarta-feira (8).
Dos treze produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais previstos, oito ficaram mais caros: a batata (11,85%), o café (10,95%), o tomate (8,62%), o açúcar (4,18%), o leite (0,99%), o óleo de soja (0,94%) a manteiga (0,81%) e a farinha de trigo (0,55%). Em sentido contrário, quatro itens registraram redução de preço: a banana (-2,38%), o pão (-1,50%), o arroz (-1,22%) e a carne (-0,04%). O feijão ficou estável.
De janeiro a agosto de 2021, nove produtos ficaram mais caros: o açúcar (44,04%), o café (22,82%), o tomate (20,83%), a farinha de trigo (17,85%), a carne (17,73%), o pão (10,05%), o feijão (9,90%), o leite (9,63%) e a manteiga (6,74%). Por outro lado, quatro itens estão mais baratos: a batata (-28,90%), a banana (-22,58%), o arroz (-10,04%) e óleo de soja (-2,73%).
Em doze meses, os 13 itens da cesta registraram aumento de preços, sendo as
maiores altas verificadas no óleo de soja (56,93%), no açúcar (54,05%), no tomate2
(38,19%), na carne (35,90%), no café (33,40%), na farinha de trigo (25,11%), no arroz (22,53%) e no feijão (21,42%).
O Dieese estima que o salário-mínimo necessário deveria ser equivalente a R$ 5.583,90, o que corresponde a 5,08 vezes o piso nacional vigente, de R$ 1.100,00. O cálculo é feito levando em consideração uma família de quatro pessoas, com dois adultos e duas crianças.
Em julho, o valor do mínimo necessário deveria ter sido de R$ 5.518,79, ou 5,02 vezes o3
piso em vigor.
O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta, em agosto, ficou em 113 horas e 49 minutos (média entre as 17 capitais), maior do que em julho, quando foi de 113 horas e 19 minutos.
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