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Petróleo

- Publicada em 16h49min, 11/06/2021. Atualizada em 16h52min, 11/06/2021.

Petróleo avança e fecha 3ª semana seguida de alta, apoiado por relatório da AIE

Brent para agosto avançou 0,23% (+US$ 0,17) nesta sexta

Brent para agosto avançou 0,23% (+US$ 0,17) nesta sexta


ROBYN BECK/AFP/JC
O petróleo fechou a sessão desta sexta-feira em alta, acumulando a terceira semana seguida de avanço. Nesta sexta, o óleo ganhou impulso após o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que previu retomada da demanda global aos níveis anteriores à pandemia de Covid-19 até o fim de 2022. Com isso, a commodity energética superou a alta do dólar e notícias envolvendo o avanço das tratativas pela volta do acordo nuclear com o Irã, e encerrou sua terceira semana seguida de ganhos.
O petróleo fechou a sessão desta sexta-feira em alta, acumulando a terceira semana seguida de avanço. Nesta sexta, o óleo ganhou impulso após o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que previu retomada da demanda global aos níveis anteriores à pandemia de Covid-19 até o fim de 2022. Com isso, a commodity energética superou a alta do dólar e notícias envolvendo o avanço das tratativas pela volta do acordo nuclear com o Irã, e encerrou sua terceira semana seguida de ganhos.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo WTI com entrega prevista para o mês que vem teve alta de 0,88% nesta sexta (+US$ 0,62), e de 1,85% na semana, a US$ 70,91, enquanto o do Brent para agosto avançou 0,23% (+US$ 0,17) nesta sexta, e 1,11% nos últimos sete dias, a US$ 72,69, na Intercontinental Exchange (ICE).
Apesar de ter diminuído a sua projeção de alta da demanda global por petróleo em 2021, a AIE agora espera que a demanda retornará aos níveis do pré-pandemia já em 2022, segundo apontou o relatório de perspectivas para o mercado de energia da instituição, divulgado mais cedo.
Repercutindo o relatório, a analista da Rystad Energy Louise Dickson destaca a recomendação da AIE para que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) eleve a sua produção, para suportar o aumento da demanda no ano que vem.
"O mercado não pode ignorar este sinal, claramente otimista", explica a especialista.
De acordo com ela, "a reabertura da Europa, a forte atividade industrial chinesa e os recentes sinais encorajadores dos EUA" também deram fôlego aos contratos.
Neste contexto, a commodity energética superou o fortalecimento do dólar ante moedas rivais, o que costuma prejudicá-la, já que o movimento a encarece e a torna menos atraente a investidores que negociam com outras divisas.
Além disso, o mercado somente acompanhou a declaração da União Europeia de que as negociações pela volta do acordo nuclear entre Irã e economias desenvolvidas serão retomadas em "formato físico" no sábado. Na quinta, os Estados Unidos retiraram sanções a Teerã, embora tenham dito que a decisão não estava relacionada com as tratativas.
No noticiário do setor de energia, a Baker Hughes informou nesta sexta que o número de poços e plataformas de petróleo em atividade nos EUA subiu 6 na semana, a 365.
Agência Estado
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