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Serviços

- Publicada em 09h41min, 11/06/2021. Atualizada em 10h17min, 11/06/2021.

Setor de serviços avança 0,7% em abril

Mesmo com avanço, setor se encontra 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020

Mesmo com avanço, setor se encontra 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020


PATRÍCIA COMUNELLO /ESPECIAL/JC/
Atualizada às 10h22min de 11/06/2021
Atualizada às 10h22min de 11/06/2021
O setor de serviços teve desempenho positivo em abril. Na comparação com março, o volume de negócios avançou 0,7% no país. Mesmo com o avanço, o setor se encontra 1,5% abaixo do patamar pré-pandemia, de fevereiro de 2020.
Em relação a abril de 2020, fase inicial da pandemia, houve alta de 19,8%. Contribuiu para o avanço a taxa do Rio Grande do Sul, que aumentou 26,1% frente ao quarto mês do ano passado.
No quarto mês do ano passado, serviços diversos desabaram com os impactos iniciais da crise sanitária, que paralisou a operação de empresas. Conforme o IBGE, o setor acumulou baixa de 5,4% em 12 meses até abril de 2021. No acumulado deste ano, o segmento registra variação positiva de 3,7%.
O Estado também teve resultado positivo de 12,4% no índice de atividades turísticas, na contramão do cenário nacional. O segmento recuou 0,6% frente ao mês anterior no país, após forte retração em março (-23,1%).
No acumulado do ano, o agregado especial de atividades turísticas caiu 17,4% frente ao igual período de 2020. Também houve recuo no Rio Grande do Sul (-17,7%).
A prestação de serviços foi atingida em cheio pela pandemia porque reúne atividades que dependem da circulação de clientes. Entre elas, estão operações de hotéis, bares e restaurantes. Após despencar no começo da crise, o setor ensaiou retomada ao longo de 2020. No entanto, deu sinais de perda de fôlego com a redução de estímulos à economia e a piora da crise sanitária na largada de 2021.
Segundo especialistas, o avanço da vacinação contra a Covid-19 é essencial para reduzir restrições a atividades e garantir maior confiança de consumidores. Neste momento, desemprego e inflação em alta também são desafios para a recuperação dos negócios.
Antes de divulgar o resultado de serviços, o IBGE apresentou neste mês o balanço de outros dois indicadores setoriais: produção industrial e vendas do comércio. As fábricas tiveram redução de 1,3% em abril, na comparação com março. Já o varejo registrou alta de 1,8%.
Folhapress
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