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conjuntura

- Publicada em 09h41min, 09/06/2021. Atualizada em 09h48min, 09/06/2021.

IPCA avança 0,83% em maio e aumenta distância em relação ao teto da meta de inflação

Escassez de chuva trouxe aumento de custos da energia elétrica para brasileiros

Escassez de chuva trouxe aumento de custos da energia elétrica para brasileiros


JOYCE ROCHA/JC
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acelerou o ritmo de alta no país. Em maio, o indicador oficial de inflação avançou 0,83%, após variação de 0,31% em abril. Foi o maior resultado para o quinto mês do ano desde 1996 (1,22%).
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acelerou o ritmo de alta no país. Em maio, o indicador oficial de inflação avançou 0,83%, após variação de 0,31% em abril. Foi o maior resultado para o quinto mês do ano desde 1996 (1,22%).
Com isso, o IPCA aumenta a distância em relação ao teto da meta de inflação. No acumulado de 12 meses até maio, a alta chegou a 8,06%. A variação estava em 6,76% até abril. O teto da meta de inflação é de 5,25% neste ano. O centro da meta é de 3,75%. O IPCA de maio foi divulgado nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,71% no mês.
Durante a pandemia, o IPCA ganhou corpo com a disparada de preços de alimentos e, em seguida, de combustíveis. Alta do dólar e avanço das commodities ajudam a explicar o comportamento desses itens na crise sanitária.
O controle da inflação também é ameaçado neste momento pela crise hídrica. Isso ocorre porque a escassez de chuva eleva os custos de geração de energia elétrica. Assim, a conta de luz fica mais cara para os brasileiros.
No último dia 28, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) citou as dificuldades hídricas ao anunciar a aplicação do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha para o mês de junho, ao custo de R$ 6,243 para cada 100kWh (quilowatt-hora) consumidos. Em maio, vigorou no país a bandeira tarifária vermelha no patamar 1, em que há acréscimo de R$ 4,169.
Em uma tentativa de frear a inflação, o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC subiu a taxa básica de juros no começo de maio. À época, confirmou aumento de 0,75 ponto percentual na Selic, que passou para 3,50% ao ano.
Na ocasião, o Copom também sinalizou nova alta na mesma magnitude em junho, para 4,25%. O colegiado volta a se reunir na próxima semana. Analistas do mercado financeiro projetam IPCA de 5,44% ao final de 2021. Ou seja, acima do teto da meta. A estimativa integra a edição mais recente do boletim Focus, divulgada pelo BC na segunda-feira (7).
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) acelerou o ritmo de alta no país. Em maio, o indicador oficial de inflação avançou 0,83%, após variação de 0,31% em abril. Foi o maior resultado para o quinto mês do ano desde 1996 (1,22%).
Com isso, o IPCA aumenta a distância em relação ao teto da meta de inflação. No acumulado de 12 meses até maio, a alta chegou a 8,06%. A variação estava em 6,76% até abril. O teto da meta de inflação é de 5,25% neste ano. O centro da meta é de 3,75%.
O IPCA de maio foi divulgado nesta quarta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam variação de 0,71% no mês. Durante a pandemia, o IPCA ganhou corpo com a disparada de preços de alimentos e, em seguida, de combustíveis. Alta do dólar e avanço das commodities ajudam a explicar o comportamento desses itens na crise sanitária.
O controle da inflação também é ameaçado neste momento pela crise hídrica. Isso ocorre porque a escassez de chuva eleva os custos de geração de energia elétrica. Assim, a conta de luz fica mais cara para os brasileiros.
No último dia 28, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) citou as dificuldades hídricas ao anunciar a aplicação do patamar 2 da bandeira tarifária vermelha para o mês de junho, ao custo de R$ 6,243 para cada 100kWh (quilowatt-hora) consumidos. Em maio, vigorou no país a bandeira tarifária vermelha no patamar 1, em que há acréscimo de R$ 4,169.
Folhapress
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