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Serviços

- Publicada em 11h59min, 13/01/2021.

Setor de serviços avança 3,2% no RS em novembro em sétima alta consecutiva

Serviços prestados às famílias cresceram 8,2% em novembro frente a outubro

Serviços prestados às famílias cresceram 8,2% em novembro frente a outubro


Tania Rego/Agência Brasil/Divulgação/JC
O volume de serviços no Rio Grande do Sul apresentou crescimento de 3,2% em novembro de 2020 na comparação com o mês anterior. Trata-se da sétima alta consecutiva, conforme a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (13), pelo IBGE.
O volume de serviços no Rio Grande do Sul apresentou crescimento de 3,2% em novembro de 2020 na comparação com o mês anterior. Trata-se da sétima alta consecutiva, conforme a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quarta-feira (13), pelo IBGE.
O Estado acompanha uma recuperação verificada na maior parte das unidades da federação e apresenta alta acima da média nacional de 2,6%. Nos últimos 12 meses, no entanto, o RS acumula queda de 12,1% no volume de serviços.
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Rio Grande do Sul (azul) tem alta de 3,2%, levemente acima da média de 2,6% verificada no Brasil (vermelho) Fonte: Pesquisa Mensal de Serviços/IBGE/Divulgação/JC 
No Brasil, novembro foi o sexto mês seguido em alta. Apesar do ganho acumulado de 19,2% no período entre outubro e novembro, o resultado ainda é insuficiente para compensar as perdas entre os meses de fevereiro e maio do setor, que ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro.
Frente a novembro de 2019, o volume de serviços no Brasil recuou 4,8% e foi acompanhado por 22 das 27 unidades da federação. As principais influências negativas ficaram com São Paulo (-3,8%) e Rio de Janeiro (-7,9%), seguidos por Distrito Federal (-18,6%), Paraná (-8,6%) e Rio Grande do Sul (-6,9%).
De janeiro a novembro de 2020, frente a igual período de 2019, a queda do volume de serviços no Brasil (-8,3%) se deu em todas as 27 unidades da federação. O principal impacto negativo veio de São Paulo (-7,9%), seguido por Rio de Janeiro (-7,5%), Rio Grande do Sul (-13,1%), Paraná (-10,0%), Minas Gerais (-6,9%) e Bahia (-16,0%).
Todas as cinco atividades investigadas na pesquisa tiveram crescimento na passagem de outubro para novembro, com destaque para os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que registrou alta de 2,4%, e serviços prestados às famílias, que avançou 8,2%. Ambas foram as mais afetadas pela pandemia.
De acordo com o gerente da PMS, Rodrigo Lobo, as atividades do setor de serviços que estão encontrando mais dificuldades são aquelas prestadas de forma presencial, por isso, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas: “Atividades como restaurantes, hotéis, serviços prestados à família de uma maneira geral e transporte de passageiros – seja o aéreo, o rodoviário e ou o metroviário - até mostraram melhoras, mas a necessidade de isolamento social ainda não permitiu o setor voltar ao patamar pré-pandemia”, explica Lobo. Outro destaque foi a atividade de serviços profissionais, administrativos e complementares, com crescimento de 2,5%.

Índices de turismo seguem em baixa

Na comparação com novembro de 2019, o índice de volume de atividades turísticas no Brasil caiu 29,6%. É a nona taxa negativa seguida, pressionado, principalmente, pela queda na receita de empresas que atuam nos ramos de transporte aéreo, restaurantes, hotéis, rodoviário coletivo de passageiros, serviços de bufê, agências de viagens e locação de automóveis.
No Rio Grande do Sul houve queda de 37,7% nos serviços voltados ao turismo. O mesmo movimento ocorreu em todas as 12 unidades da federação onde o indicador é investigado, com destaque, ainda, para São Paulo (-35,4%), Rio de Janeiro (-24,0%), Minas Gerais (-30,5%) e Distrito Federal (-40,8%).
No acumulado de janeiro a novembro 2020, o agregado especial de atividades turísticas recuou 37,4% frente a igual período do ano passado, pressionado, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; transporte aéreo; hotéis; rodoviário coletivo de passageiros; catering, bufê e outros serviços de comida preparada; e agências de viagens. Houve quedas nos 12 locais investigados, com destaque para São Paulo (-40,3%), Rio de Janeiro (-31,1%), Minas Gerais (-35,8%), Bahia (-39,6%) e Rio Grande do Sul (-43,9%).
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