Porto Alegre, quarta-feira, 02 de dezembro de 2020.
Dia Nacional do Astrônomo. Dia do Samba. Dia Pan-Americano da Saúde.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 02 de dezembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Mercado Financeiro

- Publicada em 20h55min, 02/12/2020. Atualizada em 20h56min, 02/12/2020.

Bolsas de NY fecham mistas e S&P 500 renova recorde histórico

O índice Dow Jones subiu 0,20%, a 29.884,78 pontos, o S&P 500 avançou 0,18%, a 3.668,99 pontos

O índice Dow Jones subiu 0,20%, a 29.884,78 pontos, o S&P 500 avançou 0,18%, a 3.668,99 pontos


FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC
Os índices acionários das bolsas de Nova York fecharam mistos nesta quarta-feira (2) com os mercados internacionais acompanhando a evolução dos planos de distribuição de vacinas contra a Covid-19 e as negociações por um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos. O dia foi marcado também por realização de lucros após rali nas bolsas nova-iorquinas ontem. O índice S&P 500 renovou, pelo segundo dia seguido, o seu recorde histórico de fechamento.
Os índices acionários das bolsas de Nova York fecharam mistos nesta quarta-feira (2) com os mercados internacionais acompanhando a evolução dos planos de distribuição de vacinas contra a Covid-19 e as negociações por um novo pacote de estímulos nos Estados Unidos. O dia foi marcado também por realização de lucros após rali nas bolsas nova-iorquinas ontem. O índice S&P 500 renovou, pelo segundo dia seguido, o seu recorde histórico de fechamento.
O índice Dow Jones subiu 0,20%, a 29.884,78 pontos, o S&P 500 avançou 0,18%, a 3.668,99 pontos, enquanto o Nasdaq foi na contramão e recuou 0,05%, a 12.349,37 pontos. Empresas petrolíferas estiveram entre as que beneficiaram sustentaram os negócios hoje, após avanços nos preços do petróleo causados pela queda de estoque da commodity nos EUA, além de relatos de que avançaram as negociações pela extensão de cortes na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
A ExxonMobil fechou o pregão em alta de 3,74%, enquanto as ações da Chevron avançaram 2,77% nesta quarta. Entre os destaques negativos, a desenvolvedora de softwares Salesforce recuou 8,52% hoje, após anunciar na noite de ontem a compra da plataforma de mensagens corporativas Slack.
O mercado também acompanhou de perto as negociações entre o governo e o Congresso americano pela aprovação de um pacote de estímulos para acelerar a recuperação econômica no país após a pandemia do novo coronavírus. Após o diretor do Conselho Econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmar que não há chances de um pacote de US$ 3 trilhões ser aprovado, lideranças republicanas viram disposição dos democratas para superar os impasses bipartidários e liberar os estímulos o quanto antes. Segundo fontes informaram ao Politico, a proposta final da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, gira em torno de US$ 1,3 trilhão.
Dois presidentes de distritais do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) sinalizaram pela importância da aprovação de um pacote de estímulos. O dirigente do Fed de Nova York, John Williams, afirmou que houve desaceleração da atividade americana por conta da falta de apoio fiscal, enquanto o presidente da distrital de Dallas, Robert Kaplan, considerou que mais estímulos podem ajudar os EUA a atravessar o primeiro semestre de 2021, em meio à segunda onda de Covid-19 no país.
Diante das discussões sobre o apoio fiscal do governo americano, investidores apenas monitoraram a divulgação do Livro Bege do Fed, que apontou para uma aceleração econômica moderada na maior parte dos distritos dos EUA desde o fim de outubro.
Por fim, o noticiário sobre a distribuição de uma vacina contra o coronavírus influenciou os mercados nesta quarta. O Reino Unido e a Rússia divulgaram planos para começar seu programa de imunização já na semana que vem. Enquanto isso, após conseguir a aprovação britânica, o consórcio entre Pfizer e BioNTech aguardam o aval das agências reguladoras da União Europeia e dos EUA para o uso emergencial de sua vacina.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO