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- Publicada em 17h43min, 30/11/2020.

Maia cobra 'posição clara' do governo e cita urgência da reforma tributária

Maia cobra 'posição clara' do governo e cita urgência da reforma tributária

Maia cobra 'posição clara' do governo e cita urgência da reforma tributária


MARYANNA OLIVEIRA/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou, nesta segunda-feira (30), do governo federal uma posição mais clara sobre as pautas econômicas a serem discutidas até o fim do ano, enfatizando a urgência da reforma tributária. Para Maia, o Executivo errou ao não tratar desses temas durante o período eleitoral e ao não retomá-los agora, depois do segundo turno.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou, nesta segunda-feira (30), do governo federal uma posição mais clara sobre as pautas econômicas a serem discutidas até o fim do ano, enfatizando a urgência da reforma tributária. Para Maia, o Executivo errou ao não tratar desses temas durante o período eleitoral e ao não retomá-los agora, depois do segundo turno.
"O governo deveria ter começado o dia com uma coletiva para falar qual é a pauta em que se tem interesse para os próximos dois meses. É inevitável que o Congresso trabalhe em janeiro", admitiu o deputado em participação no UOL Entrevista. "O governo, que não quis enfrentar esses desafios durante o processo eleitoral... Acho que foi um equívoco. Senti falta na manhã de hoje de uma posição mais clara e objetiva [sobre as pautas econômicas]."
Maia também criticou o fato de não saber qual projeto de reforma tributária o governo federal vai defender no Congresso. Esse posicionamento é importante, segundo o presidente da Câmara, para que deputados e senadores comecem a discutir o tema, como aconteceu com a reforma da Previdência.
"Está todo mundo esperando para saber qual será a política fiscal daqui para frente", cobrou Maia, acrescentando que os próximos dois ou três meses é que vão definir não apenas o futuro próximo do país, mas também a eleição de 2022.
"Acho que o que foi construído desde 2016 gerou as condições para as taxas de juros chegarem onde chegaram, mas [isso] precisa ser reafirmado ou não. É isso que a gente precisa saber por parte do governo. Lembrando que a partir de janeiro não teremos a emenda da PEC [Proposta de Emenda a Constituição] da Guerra, que flexibilizava as regras de ouro. A partir de janeiro, tudo isso volta a valer, e qualquer decisão do governo terá uma complexidade diferente do que teve até agora", completou.
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