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mercado financeiro

- Publicada em 09h59min, 25/11/2020.

Dólar recua em linha com exterior, após viés de alta inicial

Dólar à vista caía 0,17%, a R$ 5,36

Dólar à vista caía 0,17%, a R$ 5,36


FREEPIK/Reprodução/JC
O dólar passou a cair ante o real e no exterior ante pares principais, após iniciar a sessão com alta leve sob influência de cautela moderada em meio a temores sobre uma terceira onda de Covid-19 na Europa e persistente impasse comercial entre União Europeia e Reino Unido no pós-Brexit. Os investidores monitoram, agora, os dados do setor externo e aguardam ainda os números do fluxo cambial e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que volta a participar de evento público à tarde. Às 9h41min, o dólar à vista caía 0,17%, a R$ 5,3658.
O dólar passou a cair ante o real e no exterior ante pares principais, após iniciar a sessão com alta leve sob influência de cautela moderada em meio a temores sobre uma terceira onda de Covid-19 na Europa e persistente impasse comercial entre União Europeia e Reino Unido no pós-Brexit. Os investidores monitoram, agora, os dados do setor externo e aguardam ainda os números do fluxo cambial e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que volta a participar de evento público à tarde. Às 9h41min, o dólar à vista caía 0,17%, a R$ 5,3658.
Na terça à noite, Campos Neto fez seu diagnóstico sobre gestão da dívida pública e também sobre inflação. Ele entende que a concentração em dívida pós-fixada é passageira e reconheceu que "a trajetória na curva de juros está muito ligada à percepção fiscal dos agentes". Sobre a inflação, disse que divide o tema em três dimensões e que a dimensão do câmbio tem afetado muito a média de preços ao consumidor. Voltou a reafirmar que a autoridade monetária dispõe do instrumento do forward guidance, muito ligado à parte fiscal.
Mais cedo, a FGV divulgou indicadores de confiança apontando maior incerteza de empresários e consumidores, apesar de estar cada vez mais perto a vacina contra a Covid-19, prioridade hoje nos cenários do mercado financeiro, segundo o presidente do Banco Central. "O mercado está mais focado em vacinas do que em impulsos de estímulos adicionais", disse ontem à noite.
No Senado, há expectativa pela votação hoje a Lei de Falências, mas que não deve dissipar o pano de fundo de cautela com o fiscal, uma vez que a agenda considerada essencial do ponto de vista dos investidores é a de votação da PEC Emergencial e do Orçamento de 2021, que podem ficar ainda para o começo de 2021.
Agência Estado
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