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conjuntura

- Publicada em 09h43min, 24/11/2020. Atualizada em 10h25min, 24/11/2020.

IPCA-15 sobe 0,81% em novembro ante alta de 0,94% em outubro, diz IBGE

Com o resultado anunciado, indicador acumulou aumento de 3,13% em 2020

Com o resultado anunciado, indicador acumulou aumento de 3,13% em 2020


PATRÍCIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC/
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,81% em novembro, após ter avançado 0,94% em outubro, informou nesta terça-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a maior variação para o mês desde 2015. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam desde uma alta de 0,63% a 0,86%, mas superou a mediana, que era positiva em 0,72%.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,81% em novembro, após ter avançado 0,94% em outubro, informou nesta terça-feira (24) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a maior variação para o mês desde 2015. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam desde uma alta de 0,63% a 0,86%, mas superou a mediana, que era positiva em 0,72%.
Com o resultado anunciado nesta terça, o IPCA-15 acumulou um aumento de 3,13% no ano. A taxa em 12 meses ficou em 4,22%. As projeções iam de avanço de 4,03% a 4,27%, com mediana de 4,12%.
Taxas de juros
O avanço do IPCA —15 de novembro tanto na leitura mensal quanto em 12 meses acima da mediana das projeções contribui para as taxas curtas dos juros futuros marcarem máximas em alta logo depois da abertura. No início dos negócios, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) não indicaram um sentido único, mas minutos depois os vencimentos mais próximos avançavam e os longos exibiam viés de baixa.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,81% em novembro, acima da mediana, que era positiva em 0,72%. A taxa em 12 meses ficou em 4,22%. As projeções iam de avanço de 4,03% a 4,27%, com mediana de 4,12%. Às 9h09, o DI para janeiro de 2022 estava em 3,46% ante 3,47% na máxima intraday e 3,426% no ajuste de ontem. O DI para janeiro de 2027 estava em 7,83%, mesma taxa no ajuste de ontem, ante 7,80% na mínima intraday.
Em termos de cenário, os agentes do mercado de juros futuros seguem incomodados com a falta de diligência na gestão das contas públicas. Ainda que tenham abrandado a alta na sessão estendida, os DIs subiram e evidenciaram ontem o desconforto com a desarticulação da cúpula do governo Bolsonaro sobre a agenda de reformas.
Ainda nesta manhã, será conhecida a arrecadação federal em outubro. Ainda que retrovisor, o dado poderá indicar se a recuperação da economia brasileira está em "V" e com a "força" que o ministro da Economia, Paulo Guedes, relatou ontem em diferentes momentos nos três eventos públicos dos quais participou.
Agência Estado
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