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- Publicada em 10h51min, 23/11/2020.

Guedes reconhece que programa de privatização não 'andou direito'

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu que o programa de privatizações não "andou direito" não só por problemas políticos como também por questões dentro do governo. A avaliação foi feita durante participação na abertura do webinário Firjan - Visão Saneamento. "Temos que admitir o que está errado para consertar", citando também que o programa de crédito em meio à pandemia não funcionou bem no início. Guedes voltou a afirmar que a recuperação da economia está ocorrendo em "V" e que é necessário separar os fatos das narrativas falsas.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, reconheceu que o programa de privatizações não "andou direito" não só por problemas políticos como também por questões dentro do governo. A avaliação foi feita durante participação na abertura do webinário Firjan - Visão Saneamento. "Temos que admitir o que está errado para consertar", citando também que o programa de crédito em meio à pandemia não funcionou bem no início. Guedes voltou a afirmar que a recuperação da economia está ocorrendo em "V" e que é necessário separar os fatos das narrativas falsas.
"A economia está voltando com força, são os fatos, porque existem muitas narrativas. O FMI chegou a projetar queda do PIB de 9,5% este ano. Vai ser bem menos que a metade. Alguns economistas projetaram mais de 10% de queda. Diziam que a retomada poderia ser em U ou em L. É importante recuperar essas narrativas falsas e previsões equivocadas", disse ele, repetindo que a perda de emprego na "maior recessão da história" deve ser 20% da recessão de 2015 e 2016. "São narrativas de quem já está fazendo campanha política desde o início do governo", comentou, referindo-se às ditas narrativas falsas.
O ministro ainda negou mais uma vez que o governo não tenha plano para a economia. "Temos plano sim para a economia", repetindo que o governo já endereçou os três maiores motivos de crescimento de gastos: a previdência, os juros elevados e os salários do funcionalismo. Segundo Guedes, a previsão é de redução e R$ 450 bilhões no gasto com pessoal. "Precisamos do Congresso", disse, referindo-se à proposta de reforma administrativa enviado pelo governo.
Agência Estado
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