Porto Alegre, segunda-feira, 23 de novembro de 2020.

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conjuntura

- Publicada em 08h50min, 23/11/2020.

IPC-S sobe 0,77% na terceira semana de novembro, aponta FGV

Gasolina foi um dos itens responsáveis pela alta

Gasolina foi um dos itens responsáveis pela alta


Fernando Frazão/Agência Brasil/JC
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,77% na terceira semana de novembro, informou nesta segunda-feira (23) a Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa ficou 0,15 ponto porcentual acima da variação de 0,62% da semana anterior, a segunda aceleração seguida do IPC-S. Seis das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram acréscimo nas suas taxas de variação. O grupo Educação, Leitura e Recreação foi destaque, com aceleração de 0,75% para 1,79%, puxada pelo aumento da passagem aérea (5,80% para 14,07%).
O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,77% na terceira semana de novembro, informou nesta segunda-feira (23) a Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa ficou 0,15 ponto porcentual acima da variação de 0,62% da semana anterior, a segunda aceleração seguida do IPC-S. Seis das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram acréscimo nas suas taxas de variação. O grupo Educação, Leitura e Recreação foi destaque, com aceleração de 0,75% para 1,79%, puxada pelo aumento da passagem aérea (5,80% para 14,07%).
Também houve avanço em Transportes (0,80% para 0,94%), puxado por gasolina (1,49% para 1,99%); Alimentação (1,57% para 1,69%), com hortaliças e legumes (9,20% para 11,40%); Saúde e Cuidados Pessoais (0,11% para 0,17%), devido à alta de medicamentos em geral (0,0% para 0,20%); Despesas Diversas (-0,04% para -0,01%), com cigarros (-0,84% para -0,61%); e Habitação (0,22% para 0,23%), devido a equipamentos eletrônicos (-0,43% para -0,19%).
Outros dois grupos tiveram alívio nas suas taxas: Vestuário (0,51% para 0,29%), puxado por roupas (0,57% para 0,32%); e Comunicação (0,12% para 0,09%), com desaceleração da tarifa de telefone residencial (0,83% para 0,56%).
Influências individuais
Ajudaram a puxar a aceleração do IPC-S tomate (17,56% para 21,70%), batata inglesa (32,90% para 33,33%) e etanol (6,90% para 7,95%), além da passagem aérea e da gasolina. Na outra ponta, contribuíram para conter a alta do índice leite longa vida (-2,54% para -2,52%), cebola (-15,37% para -10,94%), manga (-14,76% para -14,79%), limão (-10,74% para -19,63%) e tarifa de eletricidade residencial (-0,09% para -0,14%).
Agência Estado
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