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conjuntura

- Publicada em 09h32min, 16/11/2020.

Confianças empresarial e do consumidor caem em novembro, dizem prévias da FGV

Índice de Confiança do Consumidor caiu 2,2 pontos, para 80,4 pontos

Índice de Confiança do Consumidor caiu 2,2 pontos, para 80,4 pontos


LUIZA PRADO/JC
Os empresários e os consumidores tiveram piora na confiança em novembro, segundo a divulgação extraordinária de uma prévia das sondagens de confiança apuradas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em relação ao número final de outubro, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 0,9 ponto, para 96,2 pontos. Já o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 2,2 pontos, para 80,4 pontos. Os resultados têm como base dados coletados até o dia 13 de novembro.
Os empresários e os consumidores tiveram piora na confiança em novembro, segundo a divulgação extraordinária de uma prévia das sondagens de confiança apuradas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em relação ao número final de outubro, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) recuou 0,9 ponto, para 96,2 pontos. Já o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 2,2 pontos, para 80,4 pontos. Os resultados têm como base dados coletados até o dia 13 de novembro.
"Os resultados prévios das sondagens de novembro sinalizam uma paralisação no processo de recuperação da confiança empresarial iniciada em maio. Apesar de a indústria ainda continuar com resultados favoráveis em relação ao momento presente, mesmo neste setor, as expectativas em relação aos próximos meses começam a ser revistas para baixo. O movimento parece estar relacionado ao aumento da incerteza motivado pelo risco de uma 2ª onda de Covid-19 no país, como a que parece se esboçar na Europa. Os consumidores continuam cautelosos em relação ao futuro, influenciados, no âmbito micro, pelos riscos à situação financeira familiar da manutenção das atuais condições desfavoráveis do mercado de trabalho e, no âmbito macro, às questões fiscais e sanitárias do país", avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.
Entre os consumidores, o Índice de Situação Atual (ISA-C) recuou 0,2 ponto, para 72,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-C) encolheu 3,6 pontos para, 87,0 pontos. No Índice de Confiança Empresarial (ICE) - que consolida os indicadores de confiança da Indústria, Serviços, Comércio e Construção -, o Índice de Situação Atual dos Empresários (ISA-E) subiu 1,9 ponto, para 98,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas Empresarial (IE-E) caiu 2,5 pontos, para 95,4 pontos.
Na prévia de novembro, a confiança da Indústria subiu 1,5 ponto, para 112,7 pontos, o maior valor desde outubro de 2010. A confiança do setor de Serviços encolheu 1,2 ponto, para 86,3 pontos, enquanto o Comércio ficou estável (0,0 ponto) em 95,8 pontos. A Construção teve queda de 3,3 pontos, para 91,9 pontos. As prévias das sondagens da FGV coletaram informações de 2.635 empresas e de 1.095 consumidores entre os dias 1º e 13 de novembro.
Agência Estado
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