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conjuntura

- Publicada em 08h35min, 16/11/2020.

IPC-S acelera a 0,62% na segunda semana de novembro, aponta FGV

Vestuário (0,30% para 0,51%) foi um dos grupos a apresentar aceleração

Vestuário (0,30% para 0,51%) foi um dos grupos a apresentar aceleração


MARCO QUINTANA/arquivo/JC
A taxa do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) se acelerou a 0,62% na segunda semana de novembro, informou nesta segunda-feira (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado superou a variação de 0,59% apurada na primeira leitura do mês. De acordo com a FGV, cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram acréscimo em suas taxas, ajudando a pressionar o indicador para cima. A maior influência veio do grupo Transportes (0,57% para 0,80%). Neste segmento de preços, destaque para o encarecimento do etanol, de 4,42% na primeira leitura de novembro para 6,90% na segunda medição.
A taxa do Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) se acelerou a 0,62% na segunda semana de novembro, informou nesta segunda-feira (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado superou a variação de 0,59% apurada na primeira leitura do mês. De acordo com a FGV, cinco das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram acréscimo em suas taxas, ajudando a pressionar o indicador para cima. A maior influência veio do grupo Transportes (0,57% para 0,80%). Neste segmento de preços, destaque para o encarecimento do etanol, de 4,42% na primeira leitura de novembro para 6,90% na segunda medição.
Ainda houve aceleração nas taxas dos grupos Vestuário (0,30% para 0,51%), Comunicação (0,06% para 0,12%), Alimentação (1,55% para 1,57%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,10% para 0,11%). Nas classes de despesas citadas acima, pela ordem, a FGV cita o comportamento dos preços de roupas (0,42% para 0,57%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,02% para 0,25%), hortaliças e legumes (6,44% para 9,20%) e aparelhos médico-odontológicos (0,38% para 0,55%).
Em contrapartida, houve arrefecimento, da primeira para a segunda semana do mês, nas taxas dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,89% para 0,75%), Habitação (0,29% para 0,22%) e Despesas Diversas (-0,02% para -0,04%). Entre a primeira e a segunda leitura de novembro nessas classes de despesas, houve alívio médio em passagem aérea (6,80% para 5,80%), equipamentos eletrônicos (-0,11% para -0,43%) e alimentos para animais domésticos (-0,20% para -0,74%).
Além de passagem aérea, entre as cinco maiores influências de alta no IPC-S da segunda semana do mês, a FGV menciona gasolina (1,16% para 1,49%), batata inglesa (22,39% para 32,90%), tomate (16,55% para 17,56%) e arroz (9,86% para 8,43%). Na direção oposta, as cinco maiores contribuições de baixa ficaram com cebola (-15,19% para -15,37%), leite longa vida (-2,47% para -2,54%), manga (-15,69% para -14,76%), banana prata (-2,51% para -5,62%) e xampu (-2,32% para -1,27%). A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22, será divulgado no dia seguinte (23).
Agência Estado
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