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petróleo

- Publicada em 16h21min, 21/10/2020.

Petróleo fecha em baixa após recuo menor que o esperado dos estoques nos EUA

Barril do WTI com entrega prevista para dezembro caiu 4,00%, a US$ 40,03

Barril do WTI com entrega prevista para dezembro caiu 4,00%, a US$ 40,03


MARK FELIX/AFP/JC
Os contratos futuros do petróleo fecharam o pregão em queda nesta quarta-feira (21) após um recuo menor do que o esperado dos estoques da commodity nos Estados Unidos e em meio a perspectivas de redução da demanda com o avanço da pandemia de Covid-19 no mundo.
Os contratos futuros do petróleo fecharam o pregão em queda nesta quarta-feira (21) após um recuo menor do que o esperado dos estoques da commodity nos Estados Unidos e em meio a perspectivas de redução da demanda com o avanço da pandemia de Covid-19 no mundo.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI com entrega prevista para dezembro caiu 4,00%, a US$ 40,03. Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato do Brent para o mesmo mês cedeu 3,31%, a US$ 41,73 o barril.
"Em nossa opinião, as preocupações com a demanda em meio a um número recorde de novos casos de Covid-19 e as possíveis restrições à mobilidade que eles podem acarretar em breve provavelmente dominarão o que acontece no mercado de petróleo", afirma o chefe de Pesquisa em Commodities do banco alemão Commerzbank, Eugen Weinberg.
Com as preocupações com a demanda já no radar, os contratos da commodity aceleraram as perdas depois da divulgação dos estoques em solo americano na semana passada, que diminuíram 1,002 milhão de barris, de acordo com o Departamento de Energia dos EUA, ante uma expectativa de analistas de recuo de 1,2 milhão de barris.
Na terça-feira, a commodity energética havia fechado em alta, impulsionada pela perspectiva de um acordo fiscal em Washington e pelo dólar fraco na comparação com outras moedas. No início da semana, entretanto, uma reunião do Comitê de Monitoramento Ministerial Conjunto (JMMC, na sigla em inglês) da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) já havia acendido um alerta. O JMMC observou que a recuperação econômica global tem desacelerado e não mencionou uma possível extensão do acordo de cortes na produção para 2021.
"A Opep e seus aliados (Opep+) provavelmente terão cada vez mais dificuldade em convencer o mercado de seu 'poder' e de sua vontade de implementar mais cortes de produção", avalia o Commerzbank.
Agência Estado
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