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conjuntura

- Publicada em 17h07min, 05/10/2020. Atualizada em 17h10min, 05/10/2020.

Vendas de implementos rodoviários mantêm retomada

Entidade do setor já admite alcançar números semelhantes aos do ano passado

Entidade do setor já admite alcançar números semelhantes aos do ano passado


SCANIA/DIVULGAÇÃO/JC
Roberto Hunoff, de Caxias do Sul
O número de emplacamentos de implementos rodoviários, de janeiro a setembro deste ano, chegou a 85.186, recuo de 4,3% ao registrado no mesmo período de 2019. O resultado consolida a trajetória descendente de perdas de mercado do setor. “Se mantivermos esse ritmo teremos uma queda anual mais baixa ou até próxima de zero”, projeta Norberto Fabris, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários.
O número de emplacamentos de implementos rodoviários, de janeiro a setembro deste ano, chegou a 85.186, recuo de 4,3% ao registrado no mesmo período de 2019. O resultado consolida a trajetória descendente de perdas de mercado do setor. “Se mantivermos esse ritmo teremos uma queda anual mais baixa ou até próxima de zero”, projeta Norberto Fabris, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários.
Segundo Fabris, a economia brasileira segue se recuperando, mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia. “Está claro que passado o impacto inicial da covid-19 as empresas buscaram alternativas para seguir operando. Não foi fácil, mas os setores ajustaram as cadeias de negócios à realidade, e isso explica a recuperação gradual”, explica.
O segmento de veículos rebocados acumula vendas de 47 mil unidades, em nove meses, retração de 1,8% sobre os emplacamentos no mesmo período de tempo do ano passado. As famílias de basculante e dolly geral estão dentre os que lideram a retomada. O primeiro tem alta de 20,6% e, com a venda de 11.628 unidades, lidera o ranking. Os modelos dolly têm alta de 9,5%, para 6.071 veículos.
Líder em anos anteriores, a família de graneleiro e carga seca tem recuo de 14,4%, para 10.768 veículos. Porcentualmente, as maiores elevações se concentraram em silo, com 187,5% e 161 unidades vendidas, e taque inos, 105% e 367 emplacamentos. Dentre as 15 famílias, sete ainda têm variação negativa. A mais representativa é de 42,5% nos veículos para o transporte de toras.
No segmento de carroceria sobre chassis, o recuo é de 7%, com a venda de 38 mil produtos, três mil a menos do que nos nove meses iniciais do ano passado. Ligada à construção civil, a família de betoneiras tem o índice mais elevado, 58,5% e 558 unidades. Mais vendida, a família de baú alumínio/frigorífico, tem recuo de 2%, com 17.011 unidades. Das sete famílias, quatro seguem com desempenho negativo.
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