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petróleo

- Publicada em 16h40min, 16/09/2020.

Petróleo fecha em alta de mais de 4%; WTI volta a US$ 40

Barril do WTI com entrega prevista para outubro encerrou com salto de 4,91%, a US$ 40,16

Barril do WTI com entrega prevista para outubro encerrou com salto de 4,91%, a US$ 40,16


AGENCIA PETROBRAS/PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta nesta quarta-feira, 16, com o WTI mais líquido de volta ao nível de US$ 40 por barril, em meio à queda dos estoques da commodity nos Estados Unidos e à passagem do furacão Sally pela costa americana do Golfo do México. As cotações acompanharam ainda a melhora no sentimento do mercado após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manter juros inalterados.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em forte alta nesta quarta-feira, 16, com o WTI mais líquido de volta ao nível de US$ 40 por barril, em meio à queda dos estoques da commodity nos Estados Unidos e à passagem do furacão Sally pela costa americana do Golfo do México. As cotações acompanharam ainda a melhora no sentimento do mercado após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manter juros inalterados.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI com entrega prevista para outubro encerrou com salto de 4,91%, a US$ 40,16. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o do Brent para novembro avançou 4,17%, a US$ 41,69.
Segundo o DoE, os estoques de petróleo nos EUA recuaram 4,389 milhões de barris na semana passada, a 496,045 milhões de barris, surpreendendo analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, que previam recuo de 1,2 milhão de barris.
A Capital Economics atribui o resultado ao furacão Sally, que se aproxima dos estados de Alabama e Flórida e atinge a produção. "Com novo furacão a caminho, vai demorar algum tempo para que tenhamos uma imagem clara sobre a demanda nos EUA", analisa a consultoria.
Na reta final da sessão, os preços ainda aceleraram a alta, após o Fed informar que a taxa de juros básica ficará na faixa entre 0% e 0,25% pelo tempo que for necessário para atingir os objetivos de máximo emprego e inflação em 2% em longo prazo.
O Commerzbank explica que o mercado ficará sensível à reunião ministerial da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), que acontece na quinta-feira. "Falta ver se a Opep vai responder às previsões de demanda mais fraca e o não cumprimento (do acordo para redução da oferta)", destaca.
Agência Estado
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