Porto Alegre, quarta-feira, 23 de setembro de 2020.

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Gestão

- Publicada em 20h31min, 31/08/2020. Atualizada em 20h40min, 31/08/2020.

Paulo Afonso Pereira assume terceiro mandato na ACPA

Dirigente será empossado hoje para a sua terceira gestão na ACPA

Dirigente será empossado hoje para a sua terceira gestão na ACPA


Jackson Ciceri/Divulgação/JC
Jefferson Klein
Na manhã dessa terça-feira (1º), às 10h, será realizada a cerimônia de posse, através de plataforma virtual, do empresário Paulo Afonso Pereira como presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) para a gestão 2020/2022. Será o terceiro mandato do dirigente e, segundo ele, próprio o último, pois não pretende se candidatar ao cargo novamente. Entre suas metas, devido às mudanças nas relações ocasionadas pela pandemia do coronavírus, Pereira almeja incentivar a inovação dentro da entidade empresarial.
Na manhã dessa terça-feira (1º), às 10h, será realizada a cerimônia de posse, através de plataforma virtual, do empresário Paulo Afonso Pereira como presidente da Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) para a gestão 2020/2022. Será o terceiro mandato do dirigente e, segundo ele, próprio o último, pois não pretende se candidatar ao cargo novamente. Entre suas metas, devido às mudanças nas relações ocasionadas pela pandemia do coronavírus, Pereira almeja incentivar a inovação dentro da entidade empresarial.
Jornal do Comércio - Quais serão seus objetivos neste novo mandato?
Paulo Afonso Pereira – Vamos continuar defendendo os princípios da livre iniciativa, das liberdades individuais. O trabalho agora é projetar a ACPA para o futuro, através de inovação, modernidade e novas propostas. Fazer com que a associação permaneça crescendo e sendo protagonista, olhando os seus e a cidade. Como princípio, vamos representar os comerciantes e prestadores de serviços e defender os empresários, pagadores de impostos e criadores de emprego.
JC – Quando se fala em modernização e inovação, que iniciativas estão contempladas nessa ideia?
Pereira – Nós trouxemos pessoas jovens ligadas à inovação para criar uma área sobre esse tema na ACPA que será coordenada por esse grupo, que irá propor projetos focados nas nossas bandeiras. Depois dessa pandemia, as coisas não serão mais as mesmas como a gente estava acostumado, serão completamente diferentes, não sei se tudo, mas muita coisa será diferente. Essa adaptação, principalmente com a experiência do home office, permitirá que a gente gere condições para se ter mais agilidade, modernidade e reduzir fluxos e burocracias.
JC – Outros grupos setoriais serão criados?
Pereira – Vamos criar um grupo de varejo para estudar e auxiliar essa área. Também temos um plano de aumento dos nossos associados, no qual a contribuição não será o mais importante e sim a participação deles. Para se ter uma ideia, estamos criando um quadro associativo de MEI (Microempreendedor Individual) e de micro e pequenas empresas, com uma contribuição mensal de R$ 30,00. Hoje, estamos com cerca de 900 associados.
JC – Qual a sua avaliação sobre as medidas tomadas a respeito do comércio durante esse período de pandemia do coronavírus?
Pereira – Não vamos apagar ou não querer enxergar a questão da saúde, que tem que ser mantida, isso é o principal. Em um primeiro momento, quando deu a pane, em que ninguém sabia praticamente nada, acho que tinha que fechar mesmo, tinha que ter resguardo. Mas, a primeira abertura, depois disso, foi totalmente sem planejamento, sem orientação e todo mundo abriu e, logo em seguida, fechou de novo, gerando incerteza, foi uma fórmula muito complicada para que as coisas continuassem. Isso foi extremamente prejudicial para toda economia.
JC – E a partir de agora, o que deve ser feito?
Pereira – Eu acho que deve continuar a abertura, porque não tem lugar onde se vá que os protocolos (de saúde) não estejam sendo cumpridos. Tem que continuar a abertura, porque aí você dá vazão à volta do desenvolvimento econômico, necessário para manutenção das empresas e de empregos.
JC – No ano passado, a ACPA chegou a pedir a desfiliação da Federasul (algo que acabou não indo adiante), alegando alguns inconvenientes e constrangimento de um vice-presidente da associação. Como está a relação atual entre as entidades?
Pereira – Sabe como é briga de família, né? Depois, passa o tempo, e os relacionamentos acabam voltando. As nossas rusgas com a Federasul foram muito mais em função de interpretações errôneas e hoje temos uma relação excelente. Nós estamos trabalhando conjuntamente naquilo que diz respeito aos empresários.
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