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- Publicada em 10h27min, 31/08/2020. Atualizada em 11h45min, 31/08/2020.

Dívida Bruta do Governo Geral sobe para 86,5% do PIB em julho, diz BC

Percentual é maior que os 85,5% de junho

Percentual é maior que os 85,5% de junho


Marcello Casal Jr/Agência Brasil/JC
Na esteira do aumento dos gastos dos governos para fazer frente à pandemia do novo coronavírus, a dívida pública brasileira acelerou em julho. Dados divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central mostram que a Dívida Bruta do Governo Geral fechou julho aos R$ 6,210 trilhões, o que representa 86,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O porcentual é maior que os 85,5% de junho. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.
Na esteira do aumento dos gastos dos governos para fazer frente à pandemia do novo coronavírus, a dívida pública brasileira acelerou em julho. Dados divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central mostram que a Dívida Bruta do Governo Geral fechou julho aos R$ 6,210 trilhões, o que representa 86,5% do Produto Interno Bruto (PIB). O porcentual é maior que os 85,5% de junho. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.
Com o aumento de despesas públicas em função da pandemia do novo coronavírus, a expectativa é de que a dívida bruta continue a subir nos próximos meses no Brasil. Este é um dos principais fatores de preocupação dos economistas do mercado financeiro. A Dívida Bruta do Governo Geral - que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais - é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.
O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 58,0% para 60,2% do Produto Interno Bruto (PIB) em julho de 2020. A DLSP atingiu R$ 4,323 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil, hoje na casa dos US$ 355 bilhões.
Agência Estado
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