Porto Alegre, quinta-feira, 24 de setembro de 2020.

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mercado financeiro

- Publicada em 09h52min, 27/07/2020.

Dólar opera em oscilação no primeiro pregão da semana

Dólar à vista subia 0,14%, cotado a R$ 5,21

Dólar à vista subia 0,14%, cotado a R$ 5,21


FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O dólar oscila nesta segunda-feira (27) diante da desvalorização persistente no exterior. A expectativa é de que a volatilidade cambial pode aumentar nesta semana com a proximidade da definição da Ptax referencial do fim de julho, na quinta-feira. Às 9h37min desta segunda, o dólar à vista subia 0,14%, a R$ 5,2111.
O dólar oscila nesta segunda-feira (27) diante da desvalorização persistente no exterior. A expectativa é de que a volatilidade cambial pode aumentar nesta semana com a proximidade da definição da Ptax referencial do fim de julho, na quinta-feira. Às 9h37min desta segunda, o dólar à vista subia 0,14%, a R$ 5,2111.
A continuidade das perdas globais da moeda americana nesta manhã precifica expectativas sobre a apresentação pelo Republicanos, marcada para hoje, de um novo pacote de estímulos fiscais de US$ 1 trilhão nos Estados Unidos. Além disso, persistem as preocupações com a retomada da economia mundial em meio a tensões diplomáticas sino americana e a disseminação do novo coronavírus nos Estados Unidos.
No exterior, os índices Futuros de Nova York e as commodities sobem nesta manhã, enquanto na Europa apenas a Bolsa de Frankfurt avança após a subida acima do espera do índice de sentimento das empresas da Alemanha, de 86,3 pontos em junho para 90,5 pontos em julho, reagindo à melhora da confiança com a gradual reabertura da maior economia da Europa após o choque da pandemia de coronavírus.
Os investidores operam em compasso de espera também pela forte agenda da semana. Os destaques são os dados de PIB dos EUA e Zona do Euro, a decisão de juros do Federal Reserve, seguida de entrevista de Jerome Powell, e vários balanços de grandes empresas no segundo trimestre, que teve o pior impacto da pandemia de Covid-19, como Amazon, Apple, facebook e Boing, entre outros.
Agência Estado
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