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Indústria

Notícia da edição impressa de 30/06/2020. Alterada em 30/06 às 03h00min

Indústria gaúcha mostra cenário menos adverso mas ainda negativo

Os índices de atividade da indústria gaúcha cresceram em maio na comparação com abril, quando atingiram seus pisos históricos. Mas como continuaram abaixo da linha dos 50 pontos, que varia de zero a cem, ainda mostram um quadro desfavorável para o setor, revela a Sondagem Industrial, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). A evolução das expectativas para os próximos meses também permanece negativa, com empresários pouco dispostos a investir. "A indústria continuará sentindo os efeitos da grande queda na sua produção. O momento é de cautela e receio, agravado pela insegurança que traz o constante abre e fecha provocado na indústria e no comércio pelos decretos do governo do Estado e prefeituras", afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Petry. O índice de produção industrial subiu para 45,1 pontos em maio, apontando queda menos intensa do que a contração recorde observada em abril (24,1 pontos). Foi a terceira retração seguida. O emprego registrou o mesmo comportamento: passou de 34 para 40,2 pontos entre abril e maio, porém, como permaneceu abaixo dos 50 pontos, mostra somente um recuo menor na comparação entre os dois meses.
Os índices de atividade da indústria gaúcha cresceram em maio na comparação com abril, quando atingiram seus pisos históricos. Mas como continuaram abaixo da linha dos 50 pontos, que varia de zero a cem, ainda mostram um quadro desfavorável para o setor, revela a Sondagem Industrial, divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). A evolução das expectativas para os próximos meses também permanece negativa, com empresários pouco dispostos a investir. "A indústria continuará sentindo os efeitos da grande queda na sua produção. O momento é de cautela e receio, agravado pela insegurança que traz o constante abre e fecha provocado na indústria e no comércio pelos decretos do governo do Estado e prefeituras", afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Petry. O índice de produção industrial subiu para 45,1 pontos em maio, apontando queda menos intensa do que a contração recorde observada em abril (24,1 pontos). Foi a terceira retração seguida. O emprego registrou o mesmo comportamento: passou de 34 para 40,2 pontos entre abril e maio, porém, como permaneceu abaixo dos 50 pontos, mostra somente um recuo menor na comparação entre os dois meses.
A evolução da Utilização da Capacidade Instalada (UCI) não foi diferente: aumentou dos 49% de abril (piso histórico) para 56% em maio, ficando 12,3 pontos percentuais abaixo da média histórica do mês. O índice de UCI em relação à usual cresceu de 22 para 27,9 pontos. Nesse caso, valores inferiores a 50 indicam que os empresários consideraram a UCI abaixo do usual para o mês e quanto menor, mais distante do usual.
 
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