Porto Alegre, quinta-feira, 25 de junho de 2020.

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Alterada em 25/06 às 17h33min

Pedidos de seguro desemprego chegam a 3,6 milhões e desaceleram no início de junho

Os pedidos aceleraram ao longo do mês de abril, atingindo o pico em maio

Os pedidos aceleraram ao longo do mês de abril, atingindo o pico em maio


CARL DE SOUZA/AFP/JC
Folhapress
O número de pedidos de seguro-desemprego registrou alta de 35% na primeira quinzena de junho, se comparado com o mesmo período de 2019. Foram 351 mil requerimentos nas duas primeiras semanas deste mês, informou nesta quinta-feira (25) o Ministério da Economia.
O número de pedidos de seguro-desemprego registrou alta de 35% na primeira quinzena de junho, se comparado com o mesmo período de 2019. Foram 351 mil requerimentos nas duas primeiras semanas deste mês, informou nesta quinta-feira (25) o Ministério da Economia.
Apesar da forte alta em relação ao ano passado, os dados apontam que os pedidos perderam força quando observado o período imediatamente anterior. O volume de solicitações apresentou um recuo de 23% na comparação com a segunda quinzena de maio deste ano, quando foram liberados 455 mil benefícios.
<div style="text-align: center;"><a href="https://www.jornaldocomerciocampanha.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img src="https://www.jornaldocomercio.com/imagens/87anos40050materias.png" width="400" height="50" align="middle" /></a></div>

Dados da pasta mostram que os requerimentos começaram a subir no fim de março, quando se intensificaram as medidas restritivas nos estados por conta do novo coronavírus, com fechamento de lojas, comércios e outras empresas nas cidades.
Os pedidos aceleraram ao longo do mês de abril, atingindo o pico em maio. Em seguida, começaram a descer.
No acumulado do ano, cerca de 3,6 milhões de pessoas já fizeram solicitação. O saldo é 14,2% maior do que o observado no mesmo período de 2019.
O seguro-desemprego é uma assistência financeira temporária paga pelo governo a trabalhadores dispensados sem justa causa. O valor do benefício varia de R$ 1.045 a R$ 1.813,03.
A pessoa demitida tem quatro meses de prazo para requerer o auxílio no Sine, no portal "gov.br" ou no aplicativo de celular "Carteira de Trabalho Digital".
O Ministério da Economia afirma que, uma vez feita a solicitação pelo trabalhador, não há fila de espera para concessão do benefício.
Membros do governo afirmam que a medida colocada em vigor em abril que permite corte de jornadas e salários está surtindo efeito. Sem ela, dizem, o número de demissões durante a crise seria muito maior.
<div><strong>&gt;</strong> <span style="color: #3366ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #3366ff; text-decoration: underline;" href="https://www.jornaldocomercio.com/index.php?id=/especiais/coronavirus/index.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a cobertura completa da pandemia de coronav&iacute;rus</a></span></strong></span></div>
O programa autoriza empresas a fazerem acordos com seus funcionários para suspender integralmente contratos por até dois meses ou para reduzir jornadas e salários por até três meses. Nesses casos, o governo entra com uma compensação em dinheiro para os trabalhadores atingidos.
Mais de 10 milhões de trabalhadores formais tiveram contratos suspensos ou salários e jornadas reduzidos até o momento.
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