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mercado financeiro

- Publicada em 09h58min, 13/05/2020. Alterada em 09h58min, 13/05/2020.

Dólar cai com exterior à espera de Powell e em meio a varejo melhor que esperado

Moeda americana é vendida a R$ 5,83

Moeda americana é vendida a R$ 5,83


FREEPIK.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O dólar opera em baixa nesta quarta-feira (13) alinhado ao sinal predominante no exterior. Investidores monitoram o recuo das vendas no varejo no Brasil abaixo das medianas esperadas para março. O varejo restrito teve recuo de 2,5% das vendas ante fevereiro, menor que a mediana esperada de -4,7% (intervalo de -16% a +0,80%), enquanto as vendas no varejo ampliado caíram 6,3%, também menor que a mediana das projeções, de -14,35%, e do intervalo de -22,5% a -7,8%.
O dólar opera em baixa nesta quarta-feira (13) alinhado ao sinal predominante no exterior. Investidores monitoram o recuo das vendas no varejo no Brasil abaixo das medianas esperadas para março. O varejo restrito teve recuo de 2,5% das vendas ante fevereiro, menor que a mediana esperada de -4,7% (intervalo de -16% a +0,80%), enquanto as vendas no varejo ampliado caíram 6,3%, também menor que a mediana das projeções, de -14,35%, e do intervalo de -22,5% a -7,8%.
Às 9h45min desta quarta, o dólar à vista caía 0,53%, a R$ 5,8369. O dólar junho recuava 0,64%, a R$ 5,8540.
O dólar, mais cedo, renovou máximas, sem abandonar a queda em meio á aproximação do discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, a partir das 10h. Investidores esperam que Powell comente sobre a possibilidade de o Fed adotar juros negativos, como parte de sua estratégia para combater os efeitos da pandemia de coronavírus
No mercado doméstico, a queda do dólar é limitada pelo risco político, de acordo com operadores de câmbio, além de eventual prorrogação das medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Um estudo coordenado pelo economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, estima que uma provável prorrogação das medidas de isolamento pode trazer as despesas extraordinárias para valores acima de R$ 900 bilhões, elevando o déficit nas contas públicas para R$ 1,2 trilhão em 2020, cerca de dez vezes o projetado no início do ano.
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