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Indústria

- Publicada em 21h01min, 12/03/2020. Atualizada em 17h02min, 13/03/2020.

Emplacamentos de veículos no Estado caem 10,48% no bimestre

No total do País, foram emplacados 591.565 veículos em janeiro e fevereiro deste ano

No total do País, foram emplacados 591.565 veículos em janeiro e fevereiro deste ano


JONATHAN HECKLER/JC
Jefferson Klein
Os dois primeiros meses do ano apresentaram quedas nos emplacamentos de veículos tanto no Rio Grande do Sul como no País, porém, no Estado, a redução foi mais intensa. Segundo dados do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Rio Grande do Sul (Fenabrave/Sincodiv-RS), enquanto no Brasil houve uma diminuição de 1,27% nos dois primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, no mercado gaúcho a queda foi de 10,48%.
Os dois primeiros meses do ano apresentaram quedas nos emplacamentos de veículos tanto no Rio Grande do Sul como no País, porém, no Estado, a redução foi mais intensa. Segundo dados do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Rio Grande do Sul (Fenabrave/Sincodiv-RS), enquanto no Brasil houve uma diminuição de 1,27% nos dois primeiros meses de 2020 em relação ao mesmo período de 2019, no mercado gaúcho a queda foi de 10,48%.
No total do País, foram emplacados 591.565 veículos em janeiro e fevereiro deste ano e no Rio Grande do Sul, 26.918. Esses números consideram categorias como automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos, implementos rodoviários e outros. O Estado também verificou redução nos emplacamentos em relação a fevereiro de 2020 contra o mesmo mês de 2019 (10,55%) e fevereiro em relação a janeiro deste ano (13,63%).
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Outra prova que o desempenho do mercado gaúcho vem patinando é que o Estado está caindo também no ranking nacional de emplacamentos. O presidente do Fenabrave/Sincodiv-RS, Paulo Siqueira, diz que o Rio Grande do Sul perdeu uma posição no ranking de emplacamentos de veículos, sendo ultrapassado por Santa Catarina e ficando no sexto lugar do País no ano passado. Enquanto Santa Catarina emplacou cerca de 200 mil veículos em 2019, crescimento de aproximadamente 7,5%, o Rio Grande do Sul ficou em torno de 196 mil, incremento de 3,1%. Além dos catarinenses, estão na frente dos gaúchos os paulistas, os mineiros, os paranaenses e os fluminenses.
Entre as razões para essa perda de espaço, Siqueira cita a situação financeira precária do Rio Grande do Sul, que enfrenta atrasos dos salários do funcionalismo público. Siqueira comenta ainda que a carga tributária do Estado é muito alta, o que também impacta o mercado automotivo local. Sobre a questão do coronavírus, o dirigente destaca que há um alarmismo muito intenso que pode causar reflexos maiores que a própria doença. Ele frisa que a resposta do mercado financeiro à situação é muito negativa, com o enfraquecimento da atividade econômica em âmbito mundial. No entanto, admite que a situação do coronavírus pode atrapalhar a logística de peças automotivas provenientes da Ásia.
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