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Conjuntura

- Publicada em 03h00min, 12/03/2020. Atualizada em 09h26min, 12/03/2020.

BNDES ainda não pretende adotar medidas para fortalecer o mercado

Maior papel contracíclico é manter nossas linhas abertas e inalteradas, afirmou Montezano

Maior papel contracíclico é manter nossas linhas abertas e inalteradas, afirmou Montezano


/MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL/JC
O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, disse nesta quarta-feira (11) que o banco não adotará, por enquanto, medidas contracíclicas para enfrentar a crise financeira gerada pelo surto de coronavírus e agravada pela guerra de preços do petróleo.
O presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Gustavo Montezano, disse nesta quarta-feira (11) que o banco não adotará, por enquanto, medidas contracíclicas para enfrentar a crise financeira gerada pelo surto de coronavírus e agravada pela guerra de preços do petróleo.
Segundo ele, o papel do BNDES neste momento será manter abertas suas linhas de crédito, mas sem alterações nem em taxas de juros nem em prazos de carência ou de financiamento. Ele ressaltou, porém, que essa é uma posição do momento e não é possível fazer projeções futuras.
"O maior papel contracíclico que a gente tem é manter nossas linhas abertas e inalteradas", afirmou Montezano, em entrevista coletiva para apresentar o lucro recorde de R$ 17,7 bilhões registrado em 2019.
A adoção de medidas contracíclicas para enfrentar a crise opõe economistas no País. Gustavo Montezano argumenta que a taxa de juros cobrada pelo banco, a TLP, está hoje em 5,09%, muito próxima do patamar mais baixo já verificado em empréstimos subsidiados, em torno de 5%.
A crise deve impor maior cautela na antecipação de pagamentos ao Tesouro, que em 2019 somaram R$ 100 bilhões, além dos R$ 23 bilhões e pagamentos previstos. As parcelas que vencem em 2020 somam R$ 17 bilhões e não há decisão sobre valores adicionais.
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