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mercado financeiro

- Publicada em 18h59min, 04/03/2020.

Bolsa de São Paulo fecha em alta de 1,60%, aos 107.224,22 pontos, com exterior

O giro financeiro totalizou R$ 29,1 bilhões, após ter ficado acima de R$ 30 bilhões nas cinco sessões

O giro financeiro totalizou R$ 29,1 bilhões, após ter ficado acima de R$ 30 bilhões nas cinco sessões


JOEL SANTANA/PIXABAY/DIVULGAÇÃO/JC
O Ibovespa teve mais uma sessão volátil, mas conseguiu se firmar em alta no meio da tarde desta quarta-feira (4) e fechar o dia em terreno positivo, com ganhos também espalhados no exterior em meio à percepção de que o afrouxamento das condições de liquidez em escala global contribui para sustentar os preços dos ativos de risco, ao menos em um primeiro momento. Com o dólar agora na faixa de R$ 4,58, em nova máxima histórica intradia e de fechamento, impulso especial para as ações de exportadoras como Suzano (+9,01%), na ponta positiva do Ibovespa na sessão, e Klabin (+6,06%), terceiro melhor desempenho no dia. Destaque também para as blue chips Vale (+4,79%) e Petrobras PN (+3,22%).
O Ibovespa teve mais uma sessão volátil, mas conseguiu se firmar em alta no meio da tarde desta quarta-feira (4) e fechar o dia em terreno positivo, com ganhos também espalhados no exterior em meio à percepção de que o afrouxamento das condições de liquidez em escala global contribui para sustentar os preços dos ativos de risco, ao menos em um primeiro momento. Com o dólar agora na faixa de R$ 4,58, em nova máxima histórica intradia e de fechamento, impulso especial para as ações de exportadoras como Suzano (+9,01%), na ponta positiva do Ibovespa na sessão, e Klabin (+6,06%), terceiro melhor desempenho no dia. Destaque também para as blue chips Vale (+4,79%) e Petrobras PN (+3,22%).
Com ganhos bem disseminados por empresas e setores, o principal índice da B3 fechou o dia em alta de 1,60%, a 107.224,22 pontos, após perda de 1,02% no dia anterior, tendo oscilado hoje entre mínima de 105.042,11 e máxima de 107.808,91 pontos, atingida ainda no começo da sessão. Em Nova Iorque, os ganhos ficaram perto ou acima de 4%, revertendo as perdas de ontem no Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq. Por aqui, a curva de juros segue se ajustando para baixo, em impulso que ganhou dinamismo após a nota de ontem à noite do BC, que levou o mercado a dobrar a aposta para a próxima reunião do Copom, nos dias 17 e 18, antecipando agora corte de até 0,50 ponto porcentual na Selic já nesta reunião de março.
Na B3, o giro financeiro totalizou R$ 29,1 bilhões, após ter ficado acima de R$ 30 bilhões nas cinco sessões anteriores. Na semana, o Ibovespa acumula ganho de 2,93% e, no ano, cede 7,28%.
"O cenário de curto prazo permanece muito confuso, de forma que fica difícil antecipar a tendência por conta dessa volatilidade, que deve prosseguir", diz João Freitas, analista da Toro Investimentos. "Há alguns fatores que ajudaram hoje, especialmente lá fora, com a perda de força de Bernie Sanders na disputa pela candidatura democrata à presidência dos EUA, após a superterça, e a disponibilidade de liquidez indicada por BCs", acrescenta.
"A reação do Fed em socorro à economia não foi desprezível. Mas em momentos assim, como foi o caso no passado, em 2008, sempre se questiona até que ponto o Fed está observando elementos que não chegaram à total atenção dos mercados", observa Maurício Pedrosa, sócio da Áfira Investimentos. "Há muita dúvida ainda por conta do coronavírus, mas uma coisa é certa: a volatilidade persistirá", acrescenta.
Sem rivais na ponta negativa do Ibovespa, as perdas do IRB chegaram a limar em torno de 500 pontos do índice nesta quarta-feira - o ajuste negativo na ação da resseguradora, que entrou em leilão em diversos momentos do dia, foi de 31,96% no fechamento, tendo chegado a 40,5% durante a sessão, com grandes bancos, como Citi, JP Morgan, Credit Suisse e Itaú, na ponta de vendas, e gestoras e corretoras, como XP, Necton, Terra e Clear, nas compras. A forte queda no IRB ocorre após a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, ter negado ontem à noite intenção de se tornar acionista na empresa, da qual afirmou nunca ter tido participação.
Agência Estado
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