Porto Alegre, sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 28/02 às 10h00min

Dólar volta a superar R$ 4,50, mesmo com novo leilão de swap

Dólar futuro para abril, que passa a ser o mais negociado a partir desta sexta, era cotado a R$ 4,50

Dólar futuro para abril, que passa a ser o mais negociado a partir desta sexta, era cotado a R$ 4,50


FREEPIK/Reprodução/JC
Em dia de definição da última Ptax de fevereiro, os "comprados" em câmbio (que apostaram na alta do dólar) mostram sua força em meio à busca de proteção pelas incertezas econômicas com o coronavírus e o dólar segue em alta, pelo oitavo dia seguido.
Em dia de definição da última Ptax de fevereiro, os "comprados" em câmbio (que apostaram na alta do dólar) mostram sua força em meio à busca de proteção pelas incertezas econômicas com o coronavírus e o dólar segue em alta, pelo oitavo dia seguido.
A moeda americana volta a operar acima dos R$ 4,50 ante o real nesta sexta-feira (28) mesmo com mais um leilão de US$ 1 bilhão em swap cambial, o terceiro da semana e atípico para o último dia do mês. O BC também faz rolagens de vencimentos de outros US$ 3,650 bilhões em linha e swap, mas que têm o objetivo apenas de aliviar a demanda pela moeda.
A pressão compradora interna acompanha o ritmo externo de alta da divisa dos EUA ante outras moedas emergentes ligadas a commodities. Petróleo em sua sexta queda seguida e também o recuo do cobre em consequência dos efeitos do coronavírus sobre a demanda mundial por matérias-primas justificam o movimento de busca por segurança em dólar em mercados emergentes e em iene.
No exterior, o índice DXY, que mede a variação do dólar ante uma cesta de seis rivais fortes, recua, refletindo 100% das apostas no CME Group, em Chicago, de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) cortará a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,25 pontos-base na reunião de março, visando conter os impactos do coronavírus sobre a economia do país.
Às 9h42min desta sexta, o dólar à vista subia 0,38%, a R$ 4,4857. O dólar futuro para abril, que passa a ser o mais negociado a partir desta sexta, avançava 0,13%, a R$ 4,5045, com proximidade da oferta de swap, ante máxima em R$ 4,5155 (+0,38%).