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Economia

- Publicada em 10 de Fevereiro de 2020 às 16:41

Fábrica Rheingantz, de Rio Grande, será restaurada e aberta ao público

As obras no prédio, em situação de abandono há quase 30 anos, começam ainda em fevereiro

As obras no prédio, em situação de abandono há quase 30 anos, começam ainda em fevereiro


NAURO JUNIOR/INNOVAR/DIVULGAÇÃO/JC
Marco do início da industrialização no Rio Grande do Sul, a antiga fábrica têxtil Rheingantz, localizada na cidade de Rio Grande, será revitalizada. As obras devem começar ainda em fevereiro e serão realizadas pela Innovar Incorporações, que não deu detalhes sobre o projeto, mas informou que o espaço será aberto ao público. "O que podemos dizer é que não será um condomínio fechado. Queremos que toda a população possa usufruir e frequentar a área", assegura em nota o diretor administrativo-financeiro da Innovar, Rangel Moraes.
Marco do início da industrialização no Rio Grande do Sul, a antiga fábrica têxtil Rheingantz, localizada na cidade de Rio Grande, será revitalizada. As obras devem começar ainda em fevereiro e serão realizadas pela Innovar Incorporações, que não deu detalhes sobre o projeto, mas informou que o espaço será aberto ao público. "O que podemos dizer é que não será um condomínio fechado. Queremos que toda a população possa usufruir e frequentar a área", assegura em nota o diretor administrativo-financeiro da Innovar, Rangel Moraes.
A fábrica têxtil operou por quase 120 anos no prédio, instalado em 1873, e foi uma das grandes impulsionadoras do desenvolvimento do município. Há cerca de 30 anos, a edificação está em situação de abandono, tendo sua estrutura comprometida e apresentando risco iminente de desabamento.
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A empresa responsável pelas obras informa que, apesar da necessidade de renovação do prédio, o objetivo é preservar ao máximo as estruturas originais e a identidade do espaço. "Nossa principal preocupação foi preservar as características estéticas para devolver toda a beleza e importância cultural da construção", comenta Moraes.
Apesar de ter comprado os ativos da fábrica, a Innovar não comprou os objetos. O acervo encontrado na edificação - plantas originais e de obras posteriores, plantas das máquinas, moldes das peças produzidas, mostruários etc - foi resgatado pela empresa. Em nota, o coordenador do projeto Rheingantz, Ricardo Henriques, afirmou que a empresa recorreu ao Ministério Público Estadual (MPE) para obter autorização para salvaguardar os itens encontrados. A Universidade Federal do Rio Grande (FURG) foi convidada a participar do processo pelo MPE.
Do município de Marau, a Innovar Incorporações arrematou os 14,6 hectares de área total da fábrica em um leilão em 2012. No dia 24 de janeiro, recebeu o alvará para o início das obras. O projeto para renovação da antiga fábrica ocupou mais de três anos de trabalho de uma equipe interdisciplinar, que contou com escritórios de São Paulo, Rio Grande e Marau.
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