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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

Economia

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PETRÓLEO

04/02/2020 - 18h48min. Alterada em 12/02 às 18h25min

Ação de petroleiros gaúchos terá venda de gás de cozinha por R$ 40,00 em Canoas

Categoria comercializará 100 botijões de gás a R$ 40,00

Categoria comercializará 100 botijões de gás a R$ 40,00


PEDRO VENTURA/ABR/JC
Fernanda Crancio
Em greve há quatro dias, acompanhando mobilização nacional, os petroleiros gaúchos realizam nesta quarta-feira (5), em Canoas, uma ação que permitirá a venda de 100 botijões de gás de cozinha de 13 quilos ao valor de R$ 40,00. O ato tem o objetivo de alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras.
Em greve há quatro dias, acompanhando mobilização nacional, os petroleiros gaúchos realizam nesta quarta-feira (5), em Canoas, uma ação que permitirá a venda de 100 botijões de gás de cozinha de 13 quilos ao valor de R$ 40,00. O ato tem o objetivo de alertar a população sobre os prejuízos causados pela política de privatização da Petrobras.
Os botijões serão vendidos a partir das 16h, para as 100 primeiras pessoas que comparecerem às proximidades da Associação de Moradores da Vila João de Barro, em Canoas. Com a ação, os petroleiros querem mostrar que é possível vender o gás de cozinha por um valor acessível e justo, levando-se em consideração o custo de produção, mantendo o lucro das distribuidoras, revendedoras e da Petrobras, além da arrecadação de impostos.
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Os petroleiros defendem a intervenção do governo federal para barrar os aumentos sucessivos dos derivados de petróleo. “Acreditamos que a prioridade deve ser o povo brasileiro e não os acionistas privados da empresa. É possível vender o gás de cozinha a um preço menor e manter o lucro de acionistas, revendedoras e distribuidoras. Isso somente será possível com uma Petrobrás pública, forte e integrada. As ações do governo vão na contramão dos interesses da sociedade”, afirma o presidente do Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Sul (Sindipetro), Fernando Maia da Costa.
O dirigente lembra que parte das refinarias brasileiras foram colocadas à venda, incluindo a Refap, localizada em Canoas, e que distribuidoras de combustíveis como a BR e a Líquigás foram privatizadas. O movimento contesta também a suspensão das atividades da Fábrica de Fertilizantes (Fafens, no Paraná, que determinou a demissão de mil trabalhadores.
Segundo a assessoria do Sindipetro, a cada dia aumenta a adesão à greve no País e estima-se que cerca de 90% dos petroleiros gaúchos estejam acompanhando o movimento, que já atinge 30 bases operacionais em onze estados.
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