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- Publicada em 03h00min, 24/01/2020.

Previsão de chuva pode aliviar condições das lavouras no Rio Grande do Sul

Milho foi a cultura mais afetada pela falta de precipitações do Estado

Milho foi a cultura mais afetada pela falta de precipitações do Estado


/LEANDRO OSÓRIO/DIVULGAÇÃO/jc

A previsão para os próximos sete dias é de chuvas expressivas em várias regiões do Rio Grande do Sul, ajudando a reverter os efeitos da estiagem de dezembro e primeira quinzena de janeiro. É o que indica o Relatório Oficial nº 2, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pela Emater-RS e pelo Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga).

A previsão para os próximos sete dias é de chuvas expressivas em várias regiões do Rio Grande do Sul, ajudando a reverter os efeitos da estiagem de dezembro e primeira quinzena de janeiro. É o que indica o Relatório Oficial nº 2, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), pela Emater-RS e pelo Instituto Rio-Grandense do Arroz (Irga).

Na última semana, os totais de precipitação registrados amenizaram a condição de estiagem sobre boa parte do Estado, mas, de acordo com o relatório, ainda são necessárias chuvas mais regulares para reverter a situação. Os volumes mais expressivos ocorreram em Teutônia (80 mm), Santa Rosa (84 mm), Passo Fundo (86 mm), Bagé (97 mm), Caçapava do Sul (98 mm), Santa Maria (118 mm), Uruguaiana (128 mm) e São Luiz Gonzaga (136 mm).

O cultivo da soja chegou a 100% da área prevista para a safra deste ano, com 48% das lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo, 39% em floração e 13% na fase de enchimento de grãos. Com as chuvas, a cultura retomou o crescimento.

No milho, que foi a cultura mais afetada pela estiagem, 15% das lavouras se encontram em germinação e desenvolvimento vegetativo; 12%, em floração; 25%, em enchimento de grãos; 26%, maduro; e 22%, já colhidos. As maiores perdas ocorreram nas regiões de Santa Maria, Ijuí, Lajeado, Soledade, Porto Alegre e Caxias do Sul.

A cultura do arroz, que está, atualmente, com 66% das áreas em estádio reprodutivo, não sofreu com a estiagem e deve ter produtividade dentro da média histórica.

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